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Influência, Nordeste do Brasil

O Nordeste do Brasil tem realmente influência na economia do Brasil

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INTRODUÇÃO

 

O Nordeste do Brasil tem realmente influência na economia do Brasil, haja vista que temos nove estado, o menor custo de mão de obra, um sociedade pacata, um mercado consumidor, com educação sem qualidade, uma saúde que não sai da UTI, e um número expressivo de eleitores, que com suas pífias qualidades oportunizem o momento emocional eleitoral para obter vantagens pessoas independente da escolha do candidato.

Observe que no Nordeste ha inegavelmente um bolsão de necessitados e sabemos que o partido que está no poder tem controle sobre esses números onde qualquer anomalia que vise ameaçar esse controle, sofrerá com revés como conseqüência desse fato.

Regiões, estados ou municípios sabem que o poder central tem perfeita sintonia de suas ações, e que qualquer fato que vá de encontro a essa normalidade, sua população poderá sofrer esse desencontro de ideias.

O Ceará não está isolado, sabemos que o partido dominante está com os projetos que podem notabilizar a economia, qualquer ação que iniba ou mesmo ameace está normalidade, estado e partido sentirá a retaliação. Acredito que POLÍTICA é seja uma arte, não é uma ciência.

 

OBRAS

 

Estados que dantes tinham coligações com o partido dominante, e resolve desarticular essa união, é óbvio que sentirá esse fato na realização de suas obras.

Veja o caso da Refinaria, que serie a porta de entrada do Ceará na sustentabilidade e continuidade de sua economia.

Política é uma arte de parceria, no momento que essa não acontece é natural a morosidade dos recursos.

Aos amigos tudo aos inimigos o rigor da Lei.

Não tenho dúvidas que Estados que se desarticularam do poder central deverá sentir essa ausência.

Lamento que a sociedade não tenha percebido esse gravame, mas deverá ser a primeira a sentir essa conseqüência.

Obras dos eventos esportivos, de infra-estrutura e de mais deverá se tornar mais lenta ainda, a falta de visão em determinados processo decisório, se fará presente ainda este ano.

O Nordeste é uma região dependente do poder central, e facilmente os edis sentirão essa ruptura.

Considero leviana essa ação de ruptura. Qualquer ação que vise á ruptura de aliança dantes celebrada redundará em retaliações, mesmo que neguem sua existência.

Se tivéssemos uma estável economia com um PIB satisfatório como outras regiões, mesmo assim merecia uma reflexão mais profunda essa ruptura.

 

Sociedade

 

Não tenho dúvidas que sentirá sensivelmente essa decisão, mas por outro lado essa ruptura resvalará sobre os políticos não situacionistas, pois o poder central com suas políticas assistencialistas, já tem minado a base da pirâmide e logrará o êxito no pleito vindouro.

As políticas públicas se farão sentir sensivelmente a partir do momento dessa ruptura, seja pela mídia, seja através de greves e morosidade na transferência de recursos para o continuísmo dessas políticas.

Esquecemos que há um programa voltado especificamente para o Nordeste buscando o seu desenvolvimento, mas isso depende exclusivamente de recursos liberados pelo poder central na conclusão desses programas.

 Não tenho dúvidas que nisso resultará na empregabilidade, elevando os números de empregos, deixando mais ainda a região no seio dos programas do poder central, que para mantê-los deverá apoiar massivamente o poder central.

Os programas básicos tais como educação, saúde e infra-estrutura sentiram com tal morosidade, deixando evidentes os efeitos dessa ruptura.

Será que achamos que temos fôlego para empreender ou manter os níveis de investimentos necessários para notabilizar os programas propostos. Lamento, mas não tenho dúvidas quanto às conseqüências futuras.

 

Empresas

 

As empresas sediadas na região nordeste são dependentes da exportação e da sociedade de consumo local, e ambas sentirão essa ação, podendo ser alienadas em transações que denotem essa dependência.

Já sentem a agressividade dos custos tributários, trabalhistas e previdenciários imaginem no futuro que se aproxima.

Ao longo do tempo aprendemos a conviver com essas ações dos poderes e isso nos preocupa e sabemos que os resultados serão insuportáveis para nossas empresas.

Simplesmente o produto estrangeiro deverá fluir com maior rapidez, expondo com veemência a evidente situação fragilizada dessas empresas.

 

Conclusão

 

Lamento mas não consigo visualizar uma luz no final do túnel se a ruptura de concretizar.

Aprendemos que quem está no poder, jamais suporta rupturas que inviabilizem seus projetos e programas.

O partido dominante sabe da importância da região para o processo decisório eletivo.

Se o problema é recursos, devemos entender que ele tem a chave que abre a caixa de pandora no momento que lhe convier.

O poder político do Nordeste deve repensar suas ações, a não ser que ache que tenha poder para enfrentar essa empreitada.

Aquele que leu o Projeto Nordeste do Professor Mangabeira Unger, sabe perfeitamente de sua limitação.

 

Há pouco tempo, tivemos exemplo desse poder e não aprendemos absolutamente nada. Estamos nos tornando vítimas de nossa própria educação, saúde e infra-estrutura em mutação.

Ressalvo que o referido artigo não tem nenhum caráter político, somente reflexivo diante do quadro de fácil interpretação.

 

Autor: ELENITO ELIAS DA COSTA, nordestino.

 

 

 

 

 

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