Estão disponíveis a partir de 1º de novembro de 2026 evoluções nos emissores nacionais que permitem a alternância de perfis e o acesso por representação
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PGFN lança edital para transação tributária de dívida até R$ 45 milhões; entenda
A PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional) abriu nesta 2ª feira (1º.jun.2026) o prazo para transação tributária de regularização de dívida ativa inscrita na União
A PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional) abriu nesta 2ª feira (1º.jun.2026) o prazo para transação tributária de regularização de dívida ativa inscrita na União. Esta edição valerá para os débitos até R$ 45 milhões por sujeito passivo. A inscrição termina às 19h de 30 de setembro.
Dívidas geradas até 1º de junho de 2025 podem entrar no programa, desde que sejam consideradas de pequeno valor. No caso das demais modalidades, precisa ter sido inscrita até 3 de março de 2026.
As regras foram publicadas em um edital no Diário Oficial da União. Leia a íntegra ao final da reportagem.
As condições de pagamento variam conforme a modalidade das empresas. O Portal da Reforma Tributária explica abaixo como funciona cada uma:
REGRA GERAL DOS DÉBITOS RECUPERÁVEIS
Pela regra geral, se a quitação for à vista, pode haver desconto de até 100% sobre juros, multas e encargos –limitado a 65% do valor total da inscrição.
Se for parcelado, aceita-se entrada de 6% (em até 6 vezes) e saldo em até 114 parcelas. Descontos seguem o limite de até 65% do valor total.
DÉBITOS RECUPERÁVEIS PARA PESSOAS FÍSICAS E PEQUENOS NEGÓCIOS
Esta regra vale para:
- pessoas físicas;
- MEI (microempreendedor individual;
- microempresa
- EPP (empresa de pequeno porte);
- santas casas;
- cooperativas;
- OSC (Organização da Sociedade Civil);
- instituições de ensino.
Com o pagamento à vista, o desconto sobre juras, multas e encargos pode chegar até 100% com limite de 70% do valor da inscrição.
Se for parcelado, a entrada de 6% do valor devido pode ser fracionada em até 12 vezes. O saldo fica limitado a 133 parcelas.
REGRA GERAL DOS DÉBITOS IRRECUPERÁVEIS
Pela regra geral de débitos irrecuperáveis, se a quitação for à vista, pode haver desconto de até 100% sobre juros, multas e encargos – limitado a 65% do valor total (subindo para 70% se o devedor estiver em recuperação judicial). Se for parcelado, aceita-se entrada de 5% (em até 12 vezes) e saldo em até 108 parcelas. Descontos seguem o limite de até 65% do valor total.
DÉBITOS IRRECUPERÁVEIS PARA PESSOAS FÍSICAS E PEQUENOS NEGÓCIOS
Esta regra vale para:
- pessoas físicas;
- MEI;
- microempresa;
- EPP;
- santas casas;
- cooperativas;
- OSC;
- instituições de ensino.
Com o pagamento à vista ou parcelado, exige-se entrada de 5% (fracionada em até 12 vezes) e o saldo fica limitado a 133 parcelas, com desconto limitado a 70% do valor total.
TRANSAÇÃO DE PEQUENO VALOR
Esta regra vale para inscrições de até 60 salários mínimos de responsabilidade de:
- pessoas físicas;
- MEI ;
- microempresa;
- EP.
Com o pagamento à vista, o desconto é de 50% sobre o valor total.
Se for parcelado, a entrada de 5% do valor devido pode ser fracionada em até 5 vezes. O saldo restante e os descontos mudam conforme o prazo escolhido:
em até 7 parcelas com 50% de desconto; em até 12 parcelas com 45% de desconto; em até 30 parcelas com 40% de desconto; em até 55 parcelas com 30% de desconto.
REGRA MEI
Pela regra específica para inscrições sob o código de receita 1537 (microempreendedor individual), desde que o valor seja igual ou inferior a 5 salários mínimos, concede-se desconto de 50% sobre o valor total da dívida consolidada, com pagamento em até 60 prestações mensais.
INSCRIÇÕES GARANTIDAS POR SEGURO GARANTIA OU CARTA FIANÇA
Para inscrições garantidas por seguro garantia ou carta fiança com decisão transitada em julgado desfavorável e sem sinistro, não há concessão de descontos. O pagamento pode ser feito por meio de:
- entrada de 50% e o saldo em até 12 parcelas;
- entrada de 40% e o saldo em até 8 parcelas;
- entrada de 30% e o saldo em até 6 parcelas.
A validade da proposta fica condicionada à manutenção da vigência da garantia até a quitação total.
Leia abaixo um resumo das outras informações sobre a transação:
- Contribuições sociais (previdenciárias) – O parcelamento total (entrada + saldo) não pode ultrapassar 60 meses em nenhuma modalidade;
- Sem descontos – Se a capacidade de pagamento indicar que não há direito a desconto, o prazo máximo de parcelamento é de 60 meses;
- Valor mínimo da parcela – R$ 100,00 para regras gerais e R$ 25,00 para o caso específico do MEI (código 1537);
- Acréscimos – As parcelas sofrem incidência de taxa SELIC acumulada mensalmente mais 1% no mês do pagamento;
- Abrangência – A adesão deve incluir a totalidade das inscrições elegíveis do devedor. Não é permitida a adesão parcial, mas pode-se combinar modalidades;
- Desistência de acordos – Para incluir débitos já parcelados ou em outras transações, o devedor deve desistir previamente do acordo em curso;
- Litígios judiciais – Exige a comprovação de desistência das ações judiciais e pedidos de extinção do processo com resolução de mérito em até 60 dias após a adesão;
- Depósitos judiciais – Serão automaticamente transformados em pagamento definitivo, incidindo as regras do edital apenas sobre o saldo remanescente;
- Vedações – É proibida a adesão de sujeitos passivos que tiveram transações rescindidas nos últimos 2 anos;
- Uso de Créditos – O edital veda expressamente a utilização de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido).
Leia abaixo o edital completo:
EDITAL Nº 6_2026 – EDITAL Nº 6_2026 – DOU – Imprensa Nacional
Notícias Técnicas
Valores vencidos devem ser acompanhados nas contas a receber, com avaliação do risco de recuperação e documentação das tentativas de cobrança
Escrituração segregada, movimentação financeira e apuração tributária precisam permitir a identificação das operações de cada incorporação
Depois do prazo de entrega, contribuinte pode corrigir informações, mas deve manter a opção entre desconto simplificado e deduções legais
Procedimentos incluem verificar declarações pendentes, organizar o patrimônio e cumprir exigências durante o inventário e a transferência dos bens aos herdeiros
Cálculo deve considerar parcelas salariais além do valor fixo; primeira parcela precisa ser paga até 30 de novembro
Saldos credores poderão ser utilizados após a extinção das contribuições, mas dependem de registro na escrituração fiscal e do cumprimento das regras legais
Transição prevê dois dias de descanso remunerado e redução gradual da carga horária, sem corte salarial; sindicatos e empregadores também devem revisar acordos coletivos
A Nota Técnica 2026.008 cria novos campos na NF-e para identificar o valor líquido dos produtos, sem a inclusão dos tributos
A proposta de alíquota de referência de 11,3% para a CBS, calculada pelo TCU, surpreendeu empresas e especialistas, que trabalhavam com estimativas próximas de 9%
Notícias Empresariais
A pressa para abrir um negócio pode levar a decisões precipitadas. Sem planejamento, escolhas sobre localização, fornecedores e custos podem gerar prejuízos e comprometer o início da operação
A regra 70/20/10 coloca ousadia no orçamento sem perder o controle. Desde que o 10% não seja o primeiro a passar por corte
Vender bem não garante dinheiro disponível para pagar as contas. Para evitar esse problema, o pequeno empreendedor precisa acompanhar as entradas e saídas de recursos
Apoio financeiro está em estruturação; critérios definitivos, documentos e calendário de acesso ainda serão divulgados
Definir o escopo do trabalho, as condições de pagamento e as regras para alterações e cancelamentos ajuda a reduzir dúvidas e disputas entre contratantes e prestadores
Mensalidade mais barata nem sempre representa economia. Empresários precisam antes conferir taxas de transferência, serviços incluídos, pendências fiscais e condições contratuais
Débitos ainda estão visíveis e só serão oficialmente extintos em 1º de janeiro de 2027; entenda
Com a abertura de novos mercados, pequenas empresas precisam considerar variação cambial, custos de operação e prazos de pagamento para aproveitar oportunidades sem comprometer a rentabilidade
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