A parada tem por objetivo manutenção programada do sistema e ocorrerá às 19h do dia 31/07/2026, às 19h do dia seguinte. Todos os módulos serão impactados
Área do Cliente
Notícia
CMN flexibiliza regras para capital de giro
O Conselho Monetário Nacional (CMN) flexibilizou as regras da linha de capital de giro da Caixa Econômica Federal no valor de R$ 3 bilhões.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) flexibilizou as regras da linha de capital de giro da Caixa Econômica Federal no valor de R$ 3 bilhões. Essa linhas são destinadas às construtoras, a fim de que os financiamentos cheguem na ponta. Criada em novembro do ano passado para socorrer o setor prejudicado pela crise de liquidez internacional, a linha de crédito deixará de ter entre suas exigências a constituição do patrimônio de afetação ou sociedade de propósito específico. Ou seja, os empreendimentos habitacionais no âmbito dessa linha de crédito deixarão de contar com a obrigatoriedade do patrimônio de afetação, ferramenta lançada em 2004 para dar segurança aos mutuários quanto à destinação dos recursos aplicados na obra.
O coordenador-geral da Secretaria de Política Econômica (SPE), do Ministério da Fazenda, Esteves Pedro Conalgo, disse que tal exigência era vista como entrave pelas empresas no acesso aos empréstimos. A linha de crédito conta com a uma garantia de R$ 1 bilhão da União para dar mais segurança à instituição pública a liberar os empréstimos.
Os prazos estabelecidos para a liberação dos empréstimos foram extintos pelo CMN. Pela regra anterior, a Caixa poderia conceder os empréstimos até dezembro deste ano. Também foi retirado o prazo estabelecido para as empresas registrarem o lançamento do empreendimento no cartório, que era até 30 de junho próximo. "Os prazos dessa linha de crédito agora ficam em aberto", disse Pedro Conalgo.
Outra reclamação das empresas, segundo o coordenador da SPE, eram as garantias exigidas pela Caixa que também foram flexibilizadas. As garantias que eram de 130% do valor do financiamento serão de até 35% da obra, já que há o apoio financeiro da União. Essa é a terceira mudança feita nas regras dessa linha de crédito que ainda não vingou.
"Acho que menos de 10% dos R$ 3 bilhões foram liberados", reconheceu o coordenador da SPE. O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, considerou positivas as mudanças. "Ótimo que o CMN tenha reduzido as exigências para liberar o capital de giro. Agora, aguardamos as regras internas da Caixa para saber se realmente as medidas surtirão efeito", destacou.
Outro voto, aprovado pelo CMN, na última quinta-feira, determina o aprimoramento da estrutura de gerenciamento de risco de crédito do sistema financeiro, a fim de atender às regras de Basiléia II. Tal cronograma foi iniciado em novembro de 2007. "O objetivo dessa estrutura é controlar e mitigar o gerenciamento de risco do crédito de uma maneira em geral", explicou o chefe do departamento de normas do Banco Central (BC), Amaro Gomes. Ele não descarta a hipótese de o Comitê de Basiléia adicionar, nas regras, medidas mais rígidas de controle de risco de crédito do sistema bancário em virtude do agravamento da crise mundial.
Na prática, o CMN propõe a criação de uma unidade interna de gerenciamento de risco em todas as instituições financeiras, embora a maioria dos bancos já conte com uma estrutura interna para tal segmento. Gomes acredita, entretanto, que apenas os grandes bancos já têm unidades específicas de gerenciamento de risco de crédito. "O nosso objetivo é atingir um nível mínimo em todas instituições financeiras".
Segundo Gomes, os bancos terão que divulgar o andamento desse gerenciamento, que será revisado a cada ano. Além disso, os bancos terão que criar um Conselho de Administração para gerenciar a área. Os bancos têm até 30 de outubro de 2010 para criar a unidade; até abril de 2010 para adotar as políticas institucionais, sistemas e processos no âmbito da unidade; e até 30 de outubro deste ano para definir o diretor responsável pela estrutura.
O CMN ainda alterou as regras de câmbio de contratos de exportação. Os créditos cambiais de exportação poderão ser cobrados do exportador, caso o importador não faça o pagamento, disse o gerente- executivo de normatização de câmbio e capitais estrangeiros do BC, Geraldo Magela. Até então, o banco não podia fazer cobrança ao exportador, quando não recebia os valores do importador, o que elevava o custo da operação. "Agora estamos dando mais liberdade para o exportador negociar os seus créditos", disse.(Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados - Pág. 1)(Viviane Monteiro)
Notícias Técnicas
Ferramenta do Ministério da Fazenda integra informações da DIRBI a indicadores sociais, produtivos e ambientais para apoiar análises sobre benefícios fiscais
Receita Federal e CGIBS publicaram ato que altera o cronograma de obrigatoriedade dos novos campos de CBS e IBS nos documentos fiscais eletrônicos
Obrigatoriedade do destaque dos novos tributos da reforma tributária será escalonada para permitir adaptação de empresas e sistemas fiscais
Decisão mantém cobrança de IRPF, multa e representação fiscal para fins penais após identificar incompatibilidade entre a estrutura da empresa e a forma como os serviços eram efetivamente prestados
Uma proposta de serviços contábeis bem construída é o principal passo para conquistar novos clientes. Além de deixar claro o custo pelos serviços, serve como ferramenta para diferenciar o seu escritório no mercado
Como a atuação técnica e a mensuração fiscal dos profissionais contábeis serão decisivas para o reequilíbrio financeiro das parcerias com o Estado
O GOV.BR centraliza certidões, comprovantes e documentos públicos em uma única plataforma, simplificando o acesso aos serviços digitais
A inclusão na lista de devedores contumazes ocorre após processo administrativo em que a Receita identifica inadimplência tributária relevante e recorrente sem justificativa aceita
Planos de Assistência à Saúde e Concursos de Prognósticos serão os assuntos abordados no próximo módulo do curso sobre Reforma Tributária do Consumo (RTC), marcado para o dia 4 de agosto, às 9h
Notícias Empresariais
Conhecimento técnico abre portas, mas existe uma atitude que faz determinados profissionais continuarem sendo lembrados muito depois de uma reunião, um projeto ou até mesmo da troca de emprego
Mais do que discursos e compromissos institucionais, empresas são desafiadas a transformar decisões da alta gestão em mudanças concretas para colaboradores e comunidades
Evite armadilhas e proteja o caixa da sua empresa com análise técnica
Garanta engajamento e reconhecimento com critérios claros de avaliação e desenvolvimento profissional
Disputas e divergências podem ultrapassar o ambiente da família e afetar diretamente a gestão empresarial
Comprar uma empresa já existente pode ser uma alternativa mais rápida e segura para empreender, aproveitando uma operação já estruturada e com mercado estabelecido
Empresas certificadoras e consultores especializados podem se credenciar no Sebraetec e contribuir com pequenos negócios de todas as regiões
Endividamento alcançou 49,8% em maio
Crises são sempre difíceis. Elas provocam insegurança, exigem decisões complicadas e colocam à prova a capacidade de liderança de qualquer empresário
Vivemos em uma era em que as decisões precisam ser tomadas cada vez mais rápido. Líderes são cobrados por resultados imediatos, equipes convivem com metas agressivas e mudanças constantes
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade