Nova funcionalidade permite que pessoas físicas e jurídicas solicitem a desistência de parcelamentos de débitos previdenciários de forma totalmente digital, sem necessidade de atendimento presencial na maioria dos casos
Área do Cliente
Notícia
O futuro já começou: as tendências de autoatendimento e biometria que vão moldar 2026
Especialista detalha como autoatendimento, inteligência preditiva, biometria facial e pagamentos vão transformar a experiência do consumidor
O avanço da digitalização e a busca por jornadas mais rápidas e seguras levam o mercado de autoatendimento a uma expansão sem precedentes. Segundo a Research and Markets, o setor deve ultrapassar US$ 70 bilhões em 2026, impulsionado pela adoção massiva no varejo, entretenimento, estádios, mobilidade urbana e serviços públicos. Paralelamente, o mercado global de reconhecimento facial avança em ritmo acelerado, com projeção de crescimento acima de 15% ao ano, segundo levantamento da Grand View Research.
“O consumidor de 2026 não procura apenas conveniência, ele busca autonomia, segurança e fluidez. O autoatendimento e a biometria facial caminham juntos para entregar essa combinação de forma cada vez mais natural e integrada”, afirma Tironi Paz Ortiz, CEO da Imply Tecnologia, empresa que desenvolve e exporta soluções de autoatendimento e biometria para centenas de países.
Nesse contexto, o executivo aponta as principais tendências que vão redesenhar a experiência do consumidor e elevar o padrão de eficiência das operações em 2026.
1. Autoatendimento inteligente e preditivo
A próxima geração de totens e plataformas de autoatendimento vai operar em um modelo preditivo, alimentado por algoritmos de IA que aprendem com padrões de comportamento. Essas soluções deixam de esperar a ação do usuário e passam a sugerir rotas, serviços e opções de forma personalizada.
“Isso significa menos tempo de navegação, menos dúvidas e mais assertividade. As plataformas começam a atuar como assistentes reais, orientando o usuário com base em histórico, contexto e demanda esperada”, explica Tironi.
2. Reconhecimento facial se torna o padrão dominante de acesso e validação
O uso da biometria facial, antes limitado a eventos e ambientes de alta segurança, se torna padrão e até obrigatório em diferentes setores: estádios, arenas, transportes, campus corporativos e até operações de varejo de grande fluxo. A combinação de biometria, tokenização e camadas de antifraude torna o processo mais seguro que métodos tradicionais. “Estamos falando de acessos realizados em segundos, sem contato físico, sem documentos e com nível de precisão muito superior. A experiência passa a ser mais rápida para o usuário e mais robusta para quem opera”, afirma o CEO.
3. Ambientes físicos mais digitais e papel das equipes mais consultivo
Os espaços físicos passam a ser planejados para jornadas híbridas, integrando telas, sensores, dispositivos pessoais e apoio humano especializado. Isso reduz filas, redistribui o fluxo e aumenta a capacidade operacional sem elevar custos.
“A tecnologia não elimina pessoas, mas muda suas funções. As equipes passam a atuar como facilitadoras, garantindo que a experiência seja fluida e que o usuário consiga resolver sozinho a maior parte das etapas”, destaca Tironi.
4. Pagamentos invisíveis consolidam a era da fricção zero
Pagamentos integrados à biometria facial e a carteiras digitais permitem que toda a jornada seja concluída sem sacar carteira, cartão ou celular. No varejo e em arenas, isso reduz o tempo de transação e aumenta a taxa de conversão, além de diminuir gargalos operacionais. “É a evolução natural do cashless. Quando o pagamento desaparece da jornada, tudo se torna mais fluido, rápido e intuitivo. A fricção zero se torna o novo padrão”, afirma.
5. Privacidade, governança e transparência como diferenciais competitivos
Com a massificação do reconhecimento facial, cresce a exigência por boas práticas de governança: consentimento explícito, armazenamento seguro, auditoria contínua e comunicação transparente. Empresas que adotam protocolos rigorosos ganham credibilidade e destravam escala. “A confiança é o fator decisivo. A tecnologia só se consolida quando o usuário sabe exatamente como seus dados são tratados”, enfatiza o CEO.
6. Sustentabilidade digital e eficiência operacional impulsionadas por dados
Além de reduzir filas, papel e deslocamento, o autoatendimento gera inteligência operacional. Dados coletados com consentimento permitem otimizar plantões, prever fluxos, distribuir equipes e melhorar a oferta de produtos e serviços.
“A eficiência que buscamos não é só operacional, é ambiental e humana. Menos desperdício, menos etapas e mais decisões orientadas por dados”, completa Tironi.
Notícias Técnicas
Receita Federal esclarece que mudanças nos códigos de classificação fiscal não afastam a redução a zero das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins, desde que os requisitos legais sejam atendidos
Identifique NF-e indevidas, controle documentos e evite problemas com o Fisco. Entenda os eventos
Saiba o que conferir sobre CID, prazos, eSocial e evite multas
Norma publicada no DOU orienta empresas a considerarem a atividade com maior número de trabalhadores em cada unidade para definir a alíquota
Obrigatoriedade de adaptação dos documentos fiscais com os novos campos começou nesta segunda-feira (3) e faz parte da transição para o novo modelo tributário
Entenda como identificar incorreções e quando cabe pedido de revisão
Sem faturamento, mas com prazos: veja quais obrigações acessórias ainda devem ser entregues
A Resolução CGIBS nº 14/2026 estima alíquota de IBS em 18,7% apenas para cálculos metodológicos e financiamento do Comitê Gestor. A alíquota definitiva será divulgada em 2029
A Portaria RFB nº 702/2026 altera o julgamento de recursos administrativos de empresas enquadradas como devedoras contumazes, redefinindo o órgão responsável pela análise das autuações fiscais
Notícias Empresariais
Embora a flexibilidade seja valorizada, profissionais também precisam definir princípios e limites inegociáveis para orientar decisões e preservar sua integridade
Promover profissionais sem preparo para liderar pode comprometer o desempenho, aumentar o desengajamento e resultar na perda de talentos
Modelo de carreira em Y cria caminhos de evolução para especialistas que desejam crescer, ampliar remuneração e assumir maior influência sem necessariamente liderar equipes
Caso não cumpra com as regras, o empreendedor pode ser desenquadrado da categoria
Diferença entre regime de competência e fluxo financeiro explica falta de liquidez
Ferramentas podem ser acessadas a partir de hoje
Em comum, pesquisas recentes indicam que o problema deixou de ser a falta de estratégia e passou a ser a dificuldade de transformar decisões em entendimento e ação dentro das organizações
Estratégias de diversidade e inclusão passam por reavaliação global, mas seguem indispensáveis para o mercado e a nova geração de trabalhadores
O maior problema das empresas não é a falta de informação: é a quantidade de decisões tomadas sem método
Com o fim de julho, empresas ganham uma nova oportunidade para acelerar campanhas, reativar clientes e transformar o segundo semestre em uma temporada de crescimento
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade