Estão disponíveis a partir de 1º de novembro de 2026 evoluções nos emissores nacionais que permitem a alternância de perfis e o acesso por representação
Área do Cliente
Notícia
Phygital será tendência neste Natal
Pesquisa da CNDL indica que brasileiros adquirirão ao menos um presente pela internet e metade pretende retirar o item na loja física
Com a aproximação do Natal, o varejo brasileiro se prepara para um movimento financeiro que pode chegar a R$ 85 bilhões e levar 124,3 milhões de consumidores às compras, segundo a Confederação Nacional dos Distribuidores Lojistas (CNDL). Desse universo, 94,2 milhões planejam adquirir ao menos um presente pela internet.
Em um período de alta demanda, a jornada se divide em dois caminhos: nas lojas físicas, pesa o receio de enfrentar pontos de venda lotados, estoques reduzidos e atendimento pressionado; no ambiente digital, crescem as preocupações com golpes, prazos de entrega e a garantia de que o produto chegará a tempo. A solução, para muitos consumidores, está na fusão dos dois modelos.
Dados da Abiacom (antiga ABComm) mostram que metade dos compradores on-line pretende retirar o pedido na loja física para evitar atrasos e reduzir custos logísticos. O movimento tem nome: phygital e para o diretor técnico da Ingenico, José Barletta, trata-se de uma virada estrutural no setor: “O modelo híbrido elimina barreiras e transforma a loja física em um ponto de conveniência, não apenas de venda”.
Ser híbrido, no entanto, não é tarefa fácil. O varejo físico precisa operar com a mesma precisão e fluidez do digital. Segundo o executivo da Ingenico, empresa de soluções de pagamento, ferramentas que medem a performance, integram modalidades de pagamentos e organiza fluxo de saída são essenciais para operar no varejo físico e digital simultaneamente.
O modelo híbrido, diz ele, depende de processos bem amarrados: estoques sincronizados em tempo real, pontos de retirada dedicados, confirmação automática de disponibilidade e times treinados para atuar como extensão do e-commerce. No Natal, quando a pressão por atendimento, filas e logística cresce, a capacidade de transformar a loja em um hub de conveniência – com retirada rápida, pagamento simplificado e trocas imediatas – torna-se um diferencial competitivo. É essa engenharia invisível, que define se a experiência phygital será percebida como vantagem ou como mais um atrito na jornada.
A pesquisa da CNDL mostra que o digital terá peso decisivo neste Natal. Entre os 124,3 milhões de consumidores que devem ir às compras, cerca de 75% pretendem adquirir ao menos um presente pela internet. Antes de fechar negócio, porém, o consumidor passa por uma etapa cada vez mais criteriosa: 87% farão pesquisa de preços on-line e 75% usarão sites e aplicativos para comparar ofertas, acompanhar promoções e verificar disponibilidade. Redes sociais também entram no radar, citadas por 47% dos entrevistados como fonte de consulta.
Essa jornada mais investigativa reforça a necessidade de informações alinhadas entre canais e de uma operação capaz de garantir ao cliente que o item visto no digital estará, de fato, disponível para retirada ou troca na loja física.
As projeções da CNDL indicam um consumidor disposto a gastar, mas atento aos preços. O tíquete médio previsto para este Natal é de R$ 174, valor impulsionado pelas classes A/B, que pretendem comprar em média cinco itens – acima da média geral de quatro presentes. Entre todos os entrevistados, 41% planejam gastar mais do que em 2024, seja porque os produtos estão mais caros, porque querem presentear melhor ou porque conseguiram economizar ao longo do ano.
Já 26% devem reduzir as compras, motivados por busca de economia, dificuldades financeiras ou incertezas sobre a economia no início de 2026. As categorias mais procuradas continuam sendo roupas, perfumes/cosméticos, calçados e brinquedos, enquanto as experiências ganham espaço e já atraem 43% dos consumidores. Na forma de pagamento, o Pix lidera com 54%, seguido pelo cartão de crédito parcelado (39%), com média de 4,8 parcelas, o que empurra parte das compras para o primeiro trimestre de 2026.
Preço médio segura vendas do varejo alimentar
Pesquisa da Mtrix, empresa brasileira de inteligência do consumidor adquirida recentemente pela líder global NielsenIQ, mostra crescimento nas vendas em reais no pequeno e médio varejo alimentar, impulsionado pelo preço médio. É, basicamente, o que sustenta o mercado: de janeiro a outubro, em relação a igual período de 2024, a alta foi de 9% em valores e de 0,8% em volume.
O preço médio subiu 8,1%, enquanto o número de pontos de venda recuou 2,9%. Já o food service cresceu 8,9% em receita, mas caiu 1,5% em volume: 10,5% no preço médio e -4,9% em pontos de venda. O varejo alimentar inclui atacado&comércio varejista, lojas de conveniência, pequenos e médios mercados, armazéns, mercearias e empórios, em um total de 405 mil PDVs. No segmento de food service estão bares&lanchonetes, entretenimento, hotéis&motéis, padarias e restaurantes (310 mil PDVs).
Entre as regiões, as vendas do varejo alimentar cresceram 13,9% no Norte e 11,1% no Sudeste, que corresponde a 37% do total. As altas foram menos expressivas no Nordeste (6,9%), Sul (6,2%) e Centro-Oeste (5,7%). Em volume, a pesquisa apontou retração no Sudeste (-0,1%), no Sul (-0,6%) e no Centro-Oeste (-0,2%), com crescimento de 1,2% no Nordeste e de 5,5% na região Norte. Em todas, o número de pontos de venda diminuiu. No food service, o Sudeste responde por quase metade (49,3%) – nessa região, as vendas subiram 10,1% em valor e caíram 1% em volume, com alta de 11,2% no preço médio e queda de 3,2% nos pontos de venda.
Na categoria de farmácias&perfumarias, que compreende mais de 100 mil pontos de venda, as vendas caíram tanto em valor (-2,8%) como em volume (-6,6%), no período de janeiro a outubro. O preço médio subiu 4,1% e o total de pontos de venda recuou 3,6%. A receita de vendas subiu apenas no Sudeste (0,8%) e no Sul (5,6%), caindo principalmente na região Norte (-28,1%), além das quedas de 5,8% no Centro-Oeste e de 0,7% no Nordeste. Em volume, alta somente na região Sul (1,4%). O preço médio só não subiu na região Norte, enquanto o total de PDVs diminuiu em todas.
Todo o universo abrangido pela pesquisa – 1,1 milhão de pontos de venda -apresentou crescimento de 4,7% em reais e retração de 0,9% em volume. O preço médio subiu 5,7% e o total de PDVscaiu 4,8%. Assim, o tíquete médio por ponto teve alta de 9,9%. (Agência de Notícias Dc News)
Notícias Técnicas
Valores vencidos devem ser acompanhados nas contas a receber, com avaliação do risco de recuperação e documentação das tentativas de cobrança
Escrituração segregada, movimentação financeira e apuração tributária precisam permitir a identificação das operações de cada incorporação
Depois do prazo de entrega, contribuinte pode corrigir informações, mas deve manter a opção entre desconto simplificado e deduções legais
Procedimentos incluem verificar declarações pendentes, organizar o patrimônio e cumprir exigências durante o inventário e a transferência dos bens aos herdeiros
Cálculo deve considerar parcelas salariais além do valor fixo; primeira parcela precisa ser paga até 30 de novembro
Saldos credores poderão ser utilizados após a extinção das contribuições, mas dependem de registro na escrituração fiscal e do cumprimento das regras legais
Transição prevê dois dias de descanso remunerado e redução gradual da carga horária, sem corte salarial; sindicatos e empregadores também devem revisar acordos coletivos
A Nota Técnica 2026.008 cria novos campos na NF-e para identificar o valor líquido dos produtos, sem a inclusão dos tributos
A proposta de alíquota de referência de 11,3% para a CBS, calculada pelo TCU, surpreendeu empresas e especialistas, que trabalhavam com estimativas próximas de 9%
Notícias Empresariais
A pressa para abrir um negócio pode levar a decisões precipitadas. Sem planejamento, escolhas sobre localização, fornecedores e custos podem gerar prejuízos e comprometer o início da operação
A regra 70/20/10 coloca ousadia no orçamento sem perder o controle. Desde que o 10% não seja o primeiro a passar por corte
Vender bem não garante dinheiro disponível para pagar as contas. Para evitar esse problema, o pequeno empreendedor precisa acompanhar as entradas e saídas de recursos
Apoio financeiro está em estruturação; critérios definitivos, documentos e calendário de acesso ainda serão divulgados
Definir o escopo do trabalho, as condições de pagamento e as regras para alterações e cancelamentos ajuda a reduzir dúvidas e disputas entre contratantes e prestadores
Mensalidade mais barata nem sempre representa economia. Empresários precisam antes conferir taxas de transferência, serviços incluídos, pendências fiscais e condições contratuais
Débitos ainda estão visíveis e só serão oficialmente extintos em 1º de janeiro de 2027; entenda
Com a abertura de novos mercados, pequenas empresas precisam considerar variação cambial, custos de operação e prazos de pagamento para aproveitar oportunidades sem comprometer a rentabilidade
Com dívida pública perto de 83% do PIB, juros ainda em dois dígitos e incertezas sobre tributação e mercado de trabalho, empresas entram em 2027 sem clareza sobre alguns dos fatores que mais influenciam investimento, contratações e expansão
Decreto limita a espera ao telefone a 20 segundos na maioria das ligações, proíbe menus com mais de cinco etapas e passa a valer para fintechs
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade