Nova funcionalidade permite que pessoas físicas e jurídicas solicitem a desistência de parcelamentos de débitos previdenciários de forma totalmente digital, sem necessidade de atendimento presencial na maioria dos casos
Área do Cliente
Notícia
Como trabalhar nos próprios pontos fortes virou chave de retenção nas empresas
Permitir que alguém trabalhe no que faz de melhor não é gentileza. É estratégia
Por que tanta gente pede demissão mesmo quando o salário é bom e o cargo parece promissor? Uma resposta aparece de forma recorrente nas pesquisas de engajamento: pessoas querem a chance de fazer aquilo em que realmente são boas. Não é um capricho motivacional. É uma necessidade de desempenho e de sentido.
Segundo dados de engajamento da Gallup, “ter oportunidade de fazer o que faz de melhor” está entre os fatores mais consistentes de satisfação no trabalho. E quando isso não acontece, o movimento é rápido: mais da metade dos profissionais começa a buscar outra vaga quando sente que seus talentos não têm espaço para aparecer.
Forças não são traços soltos, são desempenho em potencial
A lógica por trás desse dado é simples. Pessoas rendem mais e se sentem mais energizadas quando o trabalho permite que expressem seus pontos fortes naturais. E aqui vale uma distinção importante: força não é apenas personalidade. Força nasce do encontro entre talento (capacidade natural), habilidade (o que a pessoa sabe fazer) e conhecimento (o que ela aprendeu). Quando essas três peças se alinham às entregas exigidas do cargo, a produtividade sobe junto com o engajamento.
O problema é que, na prática, muitas empresas ainda operam no escuro. Gestores confiam demais em descrições de cargo, em rotinas antigas ou em impressões gerais. Com isso, deixam de enxergar o que cada pessoa tem de mais valioso. Resultado: alocam mal, cobram o que não é natural para o profissional e perdem desempenho sem perceber. Pior: perdem gente boa.
Quando líderes ajudam alguém a desenvolver seus pontos fortes, a chance de engajamento cresce de forma brutal. Não porque vira “palestra motivacional”, mas porque o trabalho passa a fazer sentido e o profissional sente evolução real.
O gestor como curador de talentos
Se força é combustível de performance, o papel do gestor muda. Ele deixa de ser só alguém que distribui tarefas e vira um curador de talentos. Isso exige proximidade, curiosidade e método. Em vez de perguntar apenas “como está o projeto?”, o líder passa a investigar “em quais partes desse trabalho você brilha?” ou “que tipo de desafio te põe no modo fluxo?”.
Esse olhar tem efeito cultural. Equipes que operam com base em forças individuais tendem a ser mais complementares: uma pessoa compensa a outra, e não disputa espaço para provar valor. A energia vai para entregas melhores, não para sobrevivência emocional.
E há outro impacto silencioso: a retenção deixa de ser uma promessa abstrata e vira consequência. O profissional que usa o que tem de melhor sente que está crescendo. Quem não usa, sente que está desperdiçando tempo. É aí que o LinkedIn abre sozinho no navegador.
Três passos práticos para colocar isso de pé
O caminho para aplicar essa lógica não precisa ser complexo. Dá para começar com três movimentos bem objetivos:
Primeiro, combinar pessoa e função de verdade. Se existe desalinhamento entre o que o cargo pede e o que a pessoa naturalmente entrega, ela vai patinar ou desanimar rápido. Forças precisam de encaixe para florescer.
Segundo, sinalizar desde o recrutamento que forças importam. Quando a empresa deixa claro que valoriza talentos individuais, ela atrai gente que quer contribuir com o que tem de melhor, não apenas “cumprir tabela”.
Terceiro, preparar novos contratados para vencer. Depois do onboarding, a prioridade é identificar forças cedo, criar ambientes em que elas possam ser usadas e conectar o profissional a um time que complemente suas capacidades.
No fim, permitir que alguém trabalhe no que faz de melhor não é gentileza. É estratégia. Empresas que ignoram isso perdem desempenho e deixam seus melhores talentos irem embora antes mesmo de mostrar do que são capazes.
Notícias Técnicas
Receita Federal esclarece que mudanças nos códigos de classificação fiscal não afastam a redução a zero das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins, desde que os requisitos legais sejam atendidos
Identifique NF-e indevidas, controle documentos e evite problemas com o Fisco. Entenda os eventos
Saiba o que conferir sobre CID, prazos, eSocial e evite multas
Norma publicada no DOU orienta empresas a considerarem a atividade com maior número de trabalhadores em cada unidade para definir a alíquota
Obrigatoriedade de adaptação dos documentos fiscais com os novos campos começou nesta segunda-feira (3) e faz parte da transição para o novo modelo tributário
Entenda como identificar incorreções e quando cabe pedido de revisão
Sem faturamento, mas com prazos: veja quais obrigações acessórias ainda devem ser entregues
A Resolução CGIBS nº 14/2026 estima alíquota de IBS em 18,7% apenas para cálculos metodológicos e financiamento do Comitê Gestor. A alíquota definitiva será divulgada em 2029
A Portaria RFB nº 702/2026 altera o julgamento de recursos administrativos de empresas enquadradas como devedoras contumazes, redefinindo o órgão responsável pela análise das autuações fiscais
Notícias Empresariais
Embora a flexibilidade seja valorizada, profissionais também precisam definir princípios e limites inegociáveis para orientar decisões e preservar sua integridade
Promover profissionais sem preparo para liderar pode comprometer o desempenho, aumentar o desengajamento e resultar na perda de talentos
Modelo de carreira em Y cria caminhos de evolução para especialistas que desejam crescer, ampliar remuneração e assumir maior influência sem necessariamente liderar equipes
Caso não cumpra com as regras, o empreendedor pode ser desenquadrado da categoria
Diferença entre regime de competência e fluxo financeiro explica falta de liquidez
Ferramentas podem ser acessadas a partir de hoje
Em comum, pesquisas recentes indicam que o problema deixou de ser a falta de estratégia e passou a ser a dificuldade de transformar decisões em entendimento e ação dentro das organizações
Estratégias de diversidade e inclusão passam por reavaliação global, mas seguem indispensáveis para o mercado e a nova geração de trabalhadores
O maior problema das empresas não é a falta de informação: é a quantidade de decisões tomadas sem método
Com o fim de julho, empresas ganham uma nova oportunidade para acelerar campanhas, reativar clientes e transformar o segundo semestre em uma temporada de crescimento
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade