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Notícia
Qual canal de venda é melhor para o meu negócio?
Loja virtual, marketplace, dropshipping, social commerce são alternativas à disposição dos empreendedores que buscam o ambiente virtual
A decisão de levar um negócio para o ambiente online atrai cada vez mais comerciantes e prestadores de serviço. Mas o que muitos empreendedores ignoram é a diversidade de modalidades para quem quer vender pela internet. Hoje, é possível aderir ao modelo de loja virtual, marketplaces, dropshipping e social commerce.
Antes de decidir qual é a melhor estratégia para o seu negócio, é importante entender quais são as diferenças, os prós e contras de cada canal de venda. Para ajudar, trazemos a seguir uma explicação sobre cada modalidade.
E-commerce
É uma loja online exclusiva do seu negócio, que permite a customização com logomarca, layout, produtos, informações e meios de pagamento.
Além de investir no site, que funciona como uma vitrine virtual, a recomendação é que o empreendedor adote softwares de gestão que facilitem o gerenciamento de pedidos, permita o controle de compras, estoque e pagamento (Pix, débito, crédito, boleto). A loja virtual possibilita ao cliente escolher e fazer sua compra de qualquer localidade.
Marketplace
É uma plataforma online que agrega diversas lojas virtuais em um mesmo espaço, como uma espécie de shopping. O mais comum é que o marketplace seja administrado por uma grande empresa digital que “empresta” seu nome/reputação, espaço e operação para o lojista ofertar os produtos e serviços, de acordo com regras preestabelecidas.
Nesse tipo de plataforma, o empreendedor deve levar em consideração o fato de enfrentar mais de perto a concorrência. No entanto, como mostra pesquisa divulgada em fevereiro, realizada pela All in, em parceria com Opinion Box, 47% dos consumidores confiam mais em marketplaces do que em ferramentas de buscas, como Google e Yahoo. Entre as razões estão o fácil acesso a produtos, a confiança em melhores preços, entrega e boa reputação.
O marketplace pode oferecer algumas facilidades para o lojista, como a entrega dos pedidos e a inclusão em ações promocionais. Para aderir, o empreendedor deve fazer o cadastramento do negócio e fornecer informações como CPF ou CNPJ, além de escolher um plano que vai definir como será a exposição dos produtos e a porcentagem da comissão a ser paga para a plataforma.
Na etapa seguinte, será disponibilizado um painel para que os produtos sejam organizados, precificados e posicionados em categorias preestabelecidas. É imprescindível usar fotos de qualidade, fazer uma boa descrição do que é oferecido, nomear corretamente os itens para que eles estejam próximos aos similares nas pesquisas feitas pelos clientes e garantir o cumprimento do prazo de entrega e um pós-venda de qualidade.
Social commerce
Diferentemente de outras modalidades de venda virtual, o social commerce utiliza as interações humanas nas redes sociais e aplicativos de mensagens para oferecer os produtos e fechar o negócio, utilizando a própria rede como plataforma, em muitos casos.
Esse tipo de recurso inclui ainda a troca de informações entre grupos e pessoas sobre um produto ou marca com a ajuda de rede sociais (como grupos no WhatsApp e comunidades no Facebook).
Com o social commerce, o cliente que está visitando o perfil da marca no Instagram, por exemplo, não precisa se conectar à loja virtual para fazer a compra de uma mercadoria, já que a experiência de compra se desenvolve naquele ambiente. Basta clicar no produto desejado.
Entre as vantagens do social commerce, segundo o Sebrae, estão:
- mais visibilidade do negócio;
- atração de mais clientes graças ao compartilhamento nas mídias;
- fidelização do público-alvo por meio da entrega de uma experiência mais positiva;
- aumento da taxa de conversão;
- mais praticidade e facilidade aos compradores;
- crescimento das interações com os consumidores.
Para colocar o social commerce em prática, é possível usar a plataforma das próprias redes sociais (como Instagram e Facebook) para montar a loja virtual. Nessas mídias, pode-se criar uma loja e oferecer uma espécie de vitrine digital (ou catálogo) para os potenciais compradores fazerem buscas, visualizarem os produtos e conferir o depoimento de outros clientes.
Outra alternativa é usar esses espaços no comércio eletrônico para produzir conteúdos que geram valor à audiência e para divulgar a página da marca.
Dropshipping
Também chamado de remessa direta, nesse modelo de negócio o empreendedor deve apenas administrar a sua vitrine, com a exibição dos produtos. As demais etapas são terceirizadas.
O dropshipping permite que o revendedor comercialize produtos de outros vendedores independentemente de onde eles estejam. O conceito do negócio explica a expressão –soltar (drop) e remessa (shipping).
No dropshipping, o consumidor compra uma mercadoria na loja virtual, que envia o pedido para o fornecedor, responsável por atuar como parceiro de dropshipping. Ele se responsabiliza por preparar o pedido feito pelo cliente e enviá-lo sem intermediários.
O estoque, os meios de pagamento e o envio estão sob a responsabilidade de terceiros. Cabe ao dono da loja online investir no marketing do negócio e fazer a gestão dos clientes. Portanto, cabe a ele “cuidar” da vitrine, se relacionar com os consumidores e zelar pelo nome da loja.
Como receber pagamentos online?
O empreendedor que deseja atuar no ambiente online vai precisar de um link de pagamento ou de uma API (sigla para Application Programming Interface ou Interface de Programação de Aplicativos) para receber pelas vendas feitas online.
Com a API SafraPay, o cliente pode fazer a venda online com o checkout transparente graças a uma tela de pagamento de uso muito fácil. Quem não usar a API, pode usufruir da integração pronta com os maiores gateways e plataformas de lojas digitais do mercado.
Quem vende online deve incluir entre as opções o link de pagamento, que viabiliza o recebimento de pagamentos sem a necessidade de uma maquininha.
Para quem é cliente SafraPay basta acessar o APP SafraPay Digital ou Safra Empresas, gerar o link e enviá-lo por SMS, WhatsApp ou e-mail. O recurso permite o parcelamento em até 12 vezes. O passo a passo é simples:
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