A Resolução CGSN nº 191/2026 prorroga a obrigatoriedade para 1º de novembro de 2026 e estabelece que as regras de IBS e CBS no Simples Nacional entram em vigor em 1º de janeiro de 2027
Área do Cliente
Notícia
Quatro passos para implementar uma política de autogestão na sua equipe
Práticas de lideranças têm sido exaustivamente discutidas, mas há um consenso de que uma política de autogestão bem definida pode ser um divisor de águas
Atualmente, grande parte dos líderes empresariais estão sobrecarregados. E uma das explicações quase sempre presentes é: “minha equipe não consegue fazer o que é necessário, e acabo tendo de me envolver para entregar os resultados da área”.
Isto está normalmente associado à percepção de que os profissionais de hoje não possuem a disciplina de outros tempos, ou o foco, ou o gosto pela qualidade ou, simplesmente, de que estão no emprego apenas para ganhar o salário no final do mês, sem se importar com os resultados e clientes.
O tom das reclamações aumenta quando o assunto é a dificuldade em conseguir mudar o comportamento de um profissional ou equipe, seja para corrigir um problema, adaptar as pessoas a uma mudança de contexto ou simplesmente para ganhar eficiência.
Como COO da Icaro Tech, me deparo frequentemente com líderes de operações, mas também de outras áreas, que compartilham da mesma angústia. E todos são unânimes em dizer que, nesse contexto, parece impensável falar em inovação de forma distribuída.
Ou seja, trava o desenvolvimento tecnológico das empresas.
Práticas de lideranças têm sido exaustivamente discutidas, mas há um consenso de que uma política de autogestão bem definida pode ser um divisor de águas no sentido de obter o engajamento e o comprometimento necessário dos profissionais.
Implementar a autogestão em uma equipe não é tarefa simples. Como podemos esperar que o profissional mude seu comportamento e melhore sua atuação, se ele não tem visibilidade sobre seu desempenho até as reuniões de feedback (isso quando elas acontecem)? Como falar em delegação de tarefas e atividades, sem entregar para o profissional a responsabilidade pelas suas ações e carreira, e os meios para geri-las?
Existem quatro passos que entendo fundamentais para implementar uma política de autogestão que impacte uma equipe, área ou empresa. São eles:
1) Comunicar com clareza o que é esperado do profissional
O primeiro passo é garantir a clareza do que se espera do profissional, incluindo o que ele deve entregar e o como precisa fazer. Infelizmente, a abordagem tradicional trata este ponto por meio de uma “enciclopédia” de metas, regras, exceções aceitáveis e afins.
Não há dúvidas de que processos bem definidos são fundamentais em qualquer operação. Mas, antes de tudo, é necessário que o profissional entenda o que ele faz, por que ele faz, quem é impactado positiva e negativamente pelo seu trabalho e quais as principais regras do jogo e diretrizes. Sem isso, mesmo um profissional que segue os processos, pode não estar entregando os resultados.
E cuidado com as assumptions. Muitas vezes algo que nos parece óbvio pode não estar claro para o outro.
2) Estabelecer os parâmetros de eficiência e eficácia
Uma vez que temos processos bem definidos e está claro para todos o que é esperado do profissional, podemos estabelecer os parâmetros de medição para eficiência e eficácia, que são base para uma gestão por indicadores. Sem métricas, teremos avaliações subjetivas e grande potencial para interpretações diferentes: “Como assim estou desempenhando mal? Sou o que mais entrega aqui na área!”.
Este processo é naturalmente incremental, sendo que devemos começar com poucos indicadores que reflitam o desempenho e, em alguns casos, iniciar com medições indiretas. Mas o fundamental é que tenhamos medições que abordem a eficiência e eficácia (sem medir também eficácia incentivamos comportamentos que podem gerar muito retrabalho na organização), e que permitam um detalhamento para entender onde estão os gargalos e erros.
Afinal, medir o comportamento é muito importante, mas a primeira pergunta que deve sempre ser feita é: “como podemos melhorar?”. Caso contrário, estamos apenas medindo, e não gerindo.
3) Permitir que o profissional enxergue seu desempenho
Uma vez que temos regras claras do jogo e conseguimos medir os resultados, a próxima pergunta é: o que fazemos com toda esta informação? Tradicionalmente, deixamos a informação com os gestores que irão analisá-las logo antes das reuniões de acompanhamento e feedback, quando são passadas para o profissional qeu, colocado nessa situação, tende a estar na defensiva.
E aqui vem outra pergunta essencial: por que não permitimos que o próprio profissional possa acessar, a qualquer momento, os seus parâmetros de desempenho, comparados ao seu grupo e objetivos? Por que não permitir que ele analise, com a melhor informação de contexto, onde errou e por que errou?
Certamente alguns terão dificuldades nas primeiras vezes e as reuniões de acompanhamento e feedback serão críticas para que eles se habituem com as análises. Certamente irão incluir outros aspectos de avaliação, alguns ainda subjetivos. Mas, ao longo do tempo, cada profissional passará a ter meios para se auto gerir, reduzindo os ciclos de análise e melhoria, além de reduzir a carga dos gestores.
Alguém poderá perguntar: e se eles estiverem utilizando as métricas para enganar a avaliação? Talvez a pergunta certa neste caso seja: temos as métricas corretas? Casos extremos e de má fé devem ter tratamento específico, é claro.
4) Gestores se tornam facilitadores
Percorridos os três primeiros passos, está tudo pronto para que os gestores deixem de atuar como policiais ou professores de jardim de infância para serem facilitadores, tendo o papel de apoiar os profissionais a superar as dificuldades identificadas e evoluírem em suas carreiras. Isso cria, ainda, um canal excelente para se estimular a inovação, pois muitas vezes as dificuldades podem indicar pontos de melhoria em processos e ferramentas.
Este modelo não somente gera maior produtividade, como torna o ambiente muito mais agradável - o que, por si só, resulta em mais comprometimento com a empresa, resultados e clientes.
O que se espera é uma equipe muito mais produtiva, pois não há mecanismos de cobrança e controle mais eficientes que a autogestão. Comece hoje mesmo a percorrer este caminho e prepare sua equipe para uma cultura de autonomia, inovação e motivação
Notícias Técnicas
A nova regra regulamenta o reconhecimento da receita pelo faturamento da operação, extingue a opção pelo regime de caixa para a apuração mensal e revoga dispositivos da Resolução CGSN nº 140/2018
Encontro acontece no dia 18 de agosto, a partir das 9h, e será transmitido pelo YouTube do CFC
Na segunda-feira, dia 24 de agosto, será necessário atualizar as credenciais de acesso
O Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) adiou para 1º de janeiro de 2027 a obrigatoriedade dos procedimentos de emissão de documentos fiscais previstos no Ajuste Sinief nº 49 de 2025
Nota Técnica 2026.002 v1.01a posterga para 4 de janeiro a validação que exige o CNPJ do terceiro cobrado em determinados itens da Nota Fiscal Fatura de Serviço de Comunicação Eletrônica
Retenção automática de IBS e CBS pode reduzir liquidez e aumentar a necessidade de crédito para financiar operações
Profissional costuma cobrir folgas e ausências em escalas de revezamento, mas não existe contrato de “folguista” previsto especificamente na CLT
Decisão do TST reforça Lei Maria da Penha: gestão de medida protetiva e riscos na empresa
O PEM 2025 oferece condições significativamente melhores em comparação aos parcelamentos anteriores
Notícias Empresariais
Estratégia costuma ser associada a novos mercados, produtos e oportunidades. Mas empresas também precisam definir quais clientes não atenderão, quais projetos não receberão recursos
O que acontece quando deixamos de reagir ao mundo e começamos a observá-lo antes de responder?
Existe uma frase, em tom de brincadeira, que diz “o chefe sempre entra no trabalho como uma tempestade, espalhando papéis e medo, e desaparece misteriosamente quando há problema”
Tratar benefícios apenas como despesa pode levar a decisões focadas no menor custo, ignorando seu impacto na retenção, produtividade e resultados do negócio
Saiba como a falta de acompanhamento gera despesas desnecessárias e riscos ocultos
Método propõe mudanças simples na rotina antes do expediente para reduzir estímulos e criar uma transição gradual para o trabalho
Metodologia do Sebrae alinha educação financeira e monitoramento pós-crédito. Operações do Fampe no sistema cooperativo alcançam 90% de adimplência
Pesquisa aponta que infraestrutura de pagamentos mais acessível favorece trabalho por conta própria e pequenos empreendimentos
Ferramentas de IA conseguem produzir análises, textos e recomendações em segundos. O diferencial profissional começa a mudar quando obter uma resposta deixa de ser difícil e avaliar se ela merece confiança
Dados do iFood Benefícios apontam avanço no uso de recursos para qualificação, enquanto escassez de talentos e mudanças provocadas pela IA pressionam empresas a aproximar benefícios, carreira e desenvolvimento profissional
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade