Revisões reforçam a análise de riscos e evidências e ampliam as informações sobre continuidade operacional no relatório do auditor
Área do Cliente
Notícia
O papel do colaborador no sucesso da empresa
Frustração, boca a boca negativo, repercussão negativa em redes sociais, reclamações crescentes nos órgãos de defesa do consumidor são algumas das consequências que, uma vez frequentes, tornam-se difíceis de controlar
O contato pessoal entre vendedor e cliente é muito intenso. É olho no olho. Como clientes, sempre preferimos o atendimento realizado por pessoas que transmitam confiabilidade e segurança. Parte dessa confiabilidade reside na forma como o profissional demonstra a relação que nutre pela empresa, ou seja, no quanto ele demonstra que ele próprio comprou a ideia daquilo que vende.
Percebemos, de forma sinestésica, quando um vendedor está mentindo ou está inseguro quanto aquilo que vende. E nessa hora, também intuitivamente, acabamos travando e, não raramente, indo embora em busca de outras opções que satisfaçam a nossa demanda naquele momento.
Discursos mecanizados, que geram desencantamento e insatisfação são os menores dos problemas. Frustração, boca a boca negativo, repercussão negativa em redes sociais, reclamações crescentes nos órgãos de defesa do consumidor são algumas das consequências que, uma vez frequentes, tornam-se difíceis de controlar.
Eventualmente podemos até comprar a primeira vez nessa empresa, devido à necessidade. Porém, em uma segunda compra, falará mais alto a experiência de marca já vivida, que nos fará optar entre buscá-la novamente, no caso de ter sido positiva, ou evitá-la a qualquer custo, caso tenha causado transtorno. Ou simplesmente ignorá-la, caso tenha sido indiferente.
Cada decisão dessa impacta diretamente no faturamento de uma empresa.
Os desafios da retenção de talentos
O grande desafio das organizações e lideranças reside hoje na retenção de talentos. É uma visão coletiva que surge após alguns anos de dedicação ao desenvolvimento das equipes. Porém, a retenção conjuga uma série de variáveis.
“Mas eu pago excelentes salários e comissões”, sempre ouço líderes esbravejando. Dinheiro até retém talentos, mas não por muito tempo. Se fosse assim, não teríamos muitas ocorrências de profissionais que, mesmo ganhando bons salários, optam por deixar a organização em troca de um melhor ambiente, de reconhecimento, de crescimento profissional. Ou seja, em troca de novas perspectivas.
O dinheiro é bom, mas em definitivo, ele não ocupa o primeiro lugar na lista de fatores que retém o profissional na empresa. Lideranças transparentes e coerentes, ambiente de reconhecimento, espaço para a iniciativa e para a criatividade, flexibilidade o exercício das atividades são fatores que hoje tem sido muito utilizados para reter talentos.
Um plano de carreira também é uma excelente opção, pois ela reforça junto ao profissional a perspectiva de crescimento. Porém, é preciso muita transparência e feedback contínuo nas avaliações de desempenho que compõem cada degrau que o profissional precisa subir, para que o processo não perca a credibilidade. É preciso construir com o colaborador, em parceria, um plano de metas que o fará ascender dentro dos níveis funcionais previstos no plano. Se tudo fica a fundo perdido, sem prazo de avaliação ou, se acontece alguma movimentação apenas quando “morre um papa”, ou seja, sem qualquer prazo definido e sem qualquer relação tempo e espaço, o processo perde credibilidade e mais desmotiva que motiva.
Uma equipe insatisfeita traz mais prejuízos do que imaginamos
Perda de clientes, afetando diretamente o faturamento da empresa, até a criação de ‘células de sabotagem’ no cotidiano. Essas organizações informais dentro da organização cria culturas distorcidas, dificulta a comunicação, os processos, a obtenção de resultados, piora o clima interno e trata de desmotivar logo de cara aqueles que acabaram de chegar na empresa. Quer prejuízos maiores que esses?
Agora, uma realidade que tenho observado – e que já tem se tornado previsível - é que, acima de equipes insatisfeitas, existem líderes confusos, autocráticos, centralizadores ou sem qualquer ciência do tamanho do impacto emocional que promovem em suas equipes. E a liderança deixa espaço sobrando, este mesmo espaço será ocupado por outras pessoas e formas de influência dentro do grupo, nem sempre positivas.
Existe uma solução?
Sim, mas prefiro apresentá-la em forma de dicas. E as três primeiras são óbvias: comunicação, comunicação e comunicação.
Podemos nomear cada uma dessas comunicações assim: a informação (precisão: o conteúdo propriamente dito), o envolvimento (a liderança e a inspiração, que fazem o cliente/liderado acreditarem que é um bom negócio estar conosco) e a transformação (a sintonia e a frequência, que geram fidelização ou engajamento).
A criação de um ambiente de comunicação plena, que torne claros os objetivos, a missão e a visão da empresa de forma que o colaborador consiga traçar a convergência entre estes objetivos e seu projeto ou aspiração de vida. Segundo pesquisas recentes, na visão de aproximadamente 80% dos CEOS, a comunicação ruim têm sido a principal responsável pelo fracasso de projetos.
As outras duas dicas, também são simples: capacitar e reconhecer. E, acredite, esse reconhecimento começa em atitudes simples, como por exemplo, dar um dia de forma pessoal a cada colaborador da equipe, elogiando as conquistas, apontando soluções em conjunto para os resultados que ficaram aquém do esperado, entre outras pequenas atitudes.
Se você é empresário ou líder, faça uma reflexão: há quanto tempo você não dá um bom dia sincero a cada um da sua equipe? Há quanto tempo vocês não se reúnem para discutir de forma criativa soluções para problemas que afetam o desempenho individual e de equipe? Pode não ser você, mas muitos gestores, ao lerem isso, ficarão com uma sensação desconfortável, tentando se lembrar quando foi a última vez que fizeram algo parecido...
Notícias Técnicas
Prazo de 30 de setembro vale para os participantes do programa de autorregularização da Receita Federal; pagamento ou parcelamento dos tributos pode ser feito até 30 de novembro
Convocados e voluntários podem acumular até seis dias de folga; saiba como comprovar
Lucro Presumido não significa ausência de crédito de CBS
O que muda com a nova tributação sobre o consumo em 2027
A Cosit nº 193/2026 esclarece quando atividades de IA, automação e integração de sistemas podem ser consideradas inovação tecnológica para fins dos incentivos fiscais da Lei do Bem
A Cosit nº 191/2026 determina que a receita acumulada durante o Simei também seja considerada no cálculo do fator “r” após a migração para o Simples Nacional
A Cosit nº 188/2026 define que o 13º salário proporcional referente ao aviso prévio indenizado tem natureza salarial e deve integrar a base de cálculo do IRPF na rescisão
A Cosit nº 187/2026 esclarece regras sobre a tributação de subvenções governamentais e a obrigatoriedade de informar esses benefícios na Dirbi
O STJ manteve a incidência de IRPJ e CSLL sobre valores de diferimento de ICMS, aplicando as regras da Lei nº 14.789/2023. A decisão reforça a tributação federal sobre benefícios fiscais de ICMS no novo regime
Notícias Empresariais
Aceitar desafios antes de dominar todas as respostas parece arriscado, mas algumas competências profissionais só aparecem depois que a responsabilidade chega
Regras e controles são necessários, mas o excesso pode limitar a capacidade da empresa de experimentar, questionar e tomar decisões
Processos seletivos valorizam cada vez mais pensamento analítico, adaptação, comunicação, liderança e domínio de novas tecnologias, além da capacidade de aprender e lidar com novos desafios
Diagnóstico avalia práticas de inclusão e ajuda empresas a identificar oportunidades para fortalecer a cultura organizacional, a reputação e a relação com diferentes públicos
Sebrae orienta empreendedores sobre passos essenciais antes de buscar investidores, para saber se sua empresa precisa de clientes, parceiros ou capital
Descubra como a retenção de impostos na fonte afetará a liquidez do seu negócio e as estratégias contábeis para antecipar essa transição
Nova regra do Banco Central começa a valer nesta quinta-feira (1º) e deixa pagamento mais flexível
A cinco dias do primeiro turno do pleito, as tensões podem aumentar dentro do ambiente de trabalho. Especialistas dão dicas de como líderes podem conduzir o tema
A iniciativa é da Advocacia-Geral da União (AGU), por meio da Procuradoria-Geral Federal (PGF) e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN)
Uma meta-análise de 515 estudos e 788 mil trabalhadores mostra que o estresse não vem só da sobrecarga: falta de clareza e demandas contraditórias também pesam
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade