NBC TA 240 (R2) detalha a resposta do auditor a suspeitas de fraude e exige atenção contínua aos riscos durante o trabalho
Área do Cliente
Notícia
Consumidor deverá pagar mais que R$ 8 bilhões por uso de térmicas
Governo reduziu valor que Tesouro colocaria para cobrir parte dos gastos. Reajuste na conta de luz, que virá em 2015, ainda não foi definido.
O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, disse nesta segunda-feira (7) que o valor que os consumidores terão que bancar pelo uso mais intenso das termelétricas e pela necessidade compra de energia mais cara deverá superar os R$ 8 bilhões. O percentual de reajuste da conta de luz relacionado a esses gastos ainda não foi definido, mas chegará em 2015.
Os outros R$ 8 bilhões seriam emprestados de bancos – esse empréstimo é que será bancado pelos consumidores por meio de aumento na conta de luz.
O governo, porém, anunciou nesta segunda que o montante que seria aportado pelo Tesouro para as térmicas será menor. Dos R$ 4 bilhões previstos, R$ 2,8 bilhões serão transferidos para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo que financia várias ações no setor.
De acordo com o diretor-geral da Aneel, se um novo aporte do Tesouro não for feito para cobrir a conta das térmelétricas, essa diferença terá que ser coberta com um empréstimo maior do que o de R$ 8 milhões junto aos bancos.
“O que o Tesouro fez agora foi pegar os R$ 2,8 [bilhões] e direcionar para a CDE, o que sinaliza que vamos ter que aumentar aquele valor de captação [empréstimo junto aos bancos]”, disse Rufino. “O Tesouro não sinalizou em momento nenhum um novo aporte. Então, se não sinalizou, o valor da captação pode ter que ser um pouco maior”, completou.
As termelétricas, que geram energia por meio da queima de combustíveis como óleo, gás, carvão e biomassa, foram acionadas neste início de ano devido à falta de chuva, que baixou o nível dos reservatórios das hidrelétricas. No entanto, a produção delas é mais cara. E, para atender à demanda maior de consumo de energia no país, no alto verão, empresas tiveram de comprar energia no mercado à vista, o que aumentou esse rombo.
Contrapartida
A possibilidade que o consumidor tenha que pagar mais que o previsto pelo uso das termelétricas está relacionada a outra "conta" do setor elétrico que também vai fazer a tarifa de energia subir: o orçamento da CDE.
A CDE é o fundo por meio do qual o governo federal financia ações no setor elétrico, entre elas o programa Luz para Todos – subsídio à energia para famílias de baixa renda e em comunidades isoladas no norte do país –, além de pagamento de indenizações a empresas.
Nesta segunda, a Aneel aprovou o orçamento para esse fundo. Para alcançar o montante esperado, será necessário que os consumidores paguem uma parte dele. Essa parte era estimada pela Aneel em R$ 5,6 bilhões. Porém, com os R$ 2,8 bilhões que virão do Tesouro, ela será reduzida a R$ 1,6 bilhão.
Diferente do pagamento pelos gastos com as termelétricas, que cairá na conta de luz a partir de 2015, o montante pelo orçamento da CDE precisa ser pago pelo consumidor ainda neste ano.
Segundo Rufino, o R$ 1,6 bilhão deve elevar a tarifa da energia em menos de 1%, na média. Se a “cota” dos consumidores fosse mantida em R$ 5,6 bilhões, essa alta seria de 4,6%.
Reservatórios em queda
Devido à falta de chuvas, o armazenamento de água nos reservatórios das hidrelétricas caiu intensamente no início de 2014 – em fevereiro, chegou ao nível mais baixo desde 2001, ano do racionamento.
Essa situação levou o preço da energia no mercado à vista, tradicionalmente mais cara, ao valor mais alto da história. Além disso, para poupar água das represas, estão sendo usadas com mais intensidade as termelétricas.
Pela regra, esse aumento de custos deveria ser bancado, num primeiro momento, pelas distribuidoras, e depois repassado aos consumidores no reajuste de tarifas. Essas empresas alegam, porém, que não têm recursos para pagar a conta bilionária. Para financiar as distribuidoras, o governo anunciou o plano de março que prevê a injeção de R$ 12 bilhões no setor.
Notícias Técnicas
Mudança de residência exige atenção às datas e ao Imposto de Renda. Comunicação de saída e declaração são procedimentos distintos na Receita Federal
Segurados que não receberam a antecipação em abril e maio terão o abono depositado em parcela única, conforme o cronograma de pagamentos
Regulamentação deve orientar empresas sobre a distribuição dos descansos e a redução gradual da jornada semanal para 40 horas
Medida Provisória nº 1.399/2026 entrou em vigor com a publicação, mas estabelece efeitos a partir de 2 de fevereiro de 2027, em razão da noventena
Prorrogação busca concluir discussão técnica sobre avaliação dos incentivos fiscais; redução linear de 10% prevista na lei já está em vigor
Prazo para desistência vai até 20 de dezembro de 2026; decisão é irretratável e pode afetar preços, créditos tributários e relações comerciais em 2027
O Portal do CT-e publicou novo pacote de schemas, em conformidade com a Nota Técnica 2026.005, para adequar os documentos fiscais às regras do Simples Nacional no contexto da reforma tributária
A EFD-Contribuições permanecerá ativa em 2027, mesmo após o fim da apuração regular do PIS/Pasep e da Cofins, previsto para 31 de dezembro de 2026, para atender às obrigações de transição para a CBS
O Gecex prorrogou até 31/12/2026 a alíquota de 12% do imposto de exportação de óleos brutos de petróleo ou minerais betuminosos (posição 2709 da NCM).
Notícias Empresariais
Um empresário pode ter experiência, conhecimento e disposição para crescer, mas ainda assim encontrar dificuldades para identificar novos caminhos para o próprio negócio
O problema de muitas empresas não parece estar na falta de estratégia, mas no que acontece depois que ela é definida
Chamada pública de subvenção econômica regional somou R$ 450 milhões para desenvolvimento de projetos inovadores e de risco tecnológico
Em um momento de crédito desafiador, decisões sobre contratos, entregas e recebíveis devem entrar na agenda de toda a liderança
Nova modalidade poderá ajudar a financiar diferentes áreas do negócio. Entenda quais gastos entram na conta
Pesquisa mostra que executivos reconhecem a necessidade de atualizar suas competências diante das mudanças provocadas pela inteligência artificial
Pequenas atitudes podem ajudar a conquistar a saúde financeira esperada
Especialista explica como organizar estoque, entregas e custos para preservar o resultado das vendas
Na auditoria interna, investimos tempo para garantir qualidade técnica dos nossos trabalhos. Validamos evidências e elaboramos recomendações
Bolsa recua 0,82% com pessimismo externo e expectativas domésticas
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade