Revisões reforçam a análise de riscos e evidências e ampliam as informações sobre continuidade operacional no relatório do auditor
Área do Cliente
Notícia
Como anda sua avaliação de desempenho
Da pesquisa participaram 164 empresas, praticamente metade (48%) com mais de 500 funcionários.
Você sabia que 20% das empresas não realizam feedback dos resultados da Avaliação de desempenho aos subordinados? E sabia que o primeiro trimestre é o preferido pelas empresas, com 42% de frequência, para aplicação da A.D.?
Pois é, estes e outros resultados são fruto de uma pesquisa com o objetivo de identificar a prática nas ações da Avaliação de Desempenho nas empresas.
Da pesquisa participaram 164 empresas, praticamente metade (48%) com mais de 500 funcionários. As empresas participantes representam 15 estados da união e mais de 60 municípios. Uma boa amostragem e com significativa participação de empresas dos segmentos Industrial, Serviços e Públicas. Também presentes empresas do segmento comercial e financeiro.
Dessas empresas 24% esta iniciando a aplicação da A.D. Esse é um número interessante e pode confirmar a afirmação de que as empresas estão retomando (em alguns casos implantando) a sistemática de Avaliação de Desempenho. Essa ferramenta já teve uma ampla aplicação pelas empresas, mas, mal utilizada e concentrada em aumentos salariais, apenas, deixou de ser aplicada. Hoje ela retorna com outra perspectiva. A perspectiva de, realmente, fomentar o desenvolvimento profissional dos recursos humanos das empresas. Evidente que esse desenvolvimento profissional objetiva a melhoria dos resultados do negócio, o que envolve o aumento de produtividade em geral. É o chamado enfoque “desenvolvimentista”.
A pesquisa confirma que a enorme maioria aplica a A.D. uma vez por ano (70%). Por outro lado acusa que 37% não utiliza a estratégia de elaborar gráficos globais dos resultados da avaliação. Esse tratamento estatístico pode identificar quais são os fatores de avaliação mais consistentes na estrutura e quais merecem receber maior atenção. Com essas informações é possível, também, identificar quais os resultados da gestão em cada departamento e, até, comparar os resultados de cada área, com a média da própria empresa.
Uma informação que preocupa refere-se ao tratamento dado ao feedback aos subordinados. Surpreende e até decepciona constatar que 20% das empresas não realiza o feedback aos subordinados. Afinal, para que serve a Avaliação de Desempenho?
Temos uma frase que destaca esse ponto: A Avaliação de Desempenho começa quando termina, isso é, somente após o preenchimento do formulário de avaliação é que os resultados aparecem, tanto com o feedback como com os planos de desenvolvimento. Por outro lado temos empresas em que o feedback é realizado por uma parcela dos gestores (índices de 80%, 60% ou até, menos de 50% dos gestores que dão feedback). Essa situação pode gerar o seguinte diálogo na empresa: “Como, seu chefe não deu feedback? Eu recebi”.
A preparação dos gestores na estrutura também reserva alguns índices que merecem análise mais detalhada. O treinamento para o preenchimento dos formulários de avaliação é realizado, para todos os avaliadores, por apenas 52% das empresas. O treinamento para a realização do feedback para todos os avaliadores, por apenas 47% das empresas.
E, finalmente, em resposta de múltipla escolha, na pergunta sobre “quais as maiores dificuldades para a implantação e administração da A.D.” tivemos a seguinte classificação: Com 53% de votação pelas 164 empresas o item de maior incidência: Falta de tempo dos avaliadores!
Evidente que falta de tempo é um problema de todos, mas damos prioridade para o que nos interessa mais diretamente. O problema é que se imagina que a Avaliação de Desempenho seja uma ferramenta de RH. Lógico que não! É uma ferramenta da Gestão.
Outros motivos são: Falta de preparo dos avaliadores (41%) / Imagem de baixa credibilidade (27%) / Gestores não consideram o programa importante (17%) e os de menor incidência, mas nem por isso menos importante: Contribuição tem sido pequena e Não atendimento das expectativas (10% e 3%).
Algumas análises são necessárias para um melhor equacionamento das ações da Avaliação de Desempenho.
Por exemplo: algumas empresas solicitam que se incluam treinamentos no Plano de Ação dos profissionais avaliados. Essa situação, muitas vezes, faz com que se considere o treinamento o próprio Plano de ação isentando o gestor de outras ações. Como RH não consegue (ou por estrutura ou por orçamento) atender á todas as solicitações fica a impressão de que a Avaliação de Desempenho não funciona. E por culpa de RH. Complicado não é?
Esses obstáculos aos resultados da Avaliação de Desempenho têm motivos. Afinal é exatamente como Einstein definiu a loucura: “É fazer sempre a mesma coisa e esperar resultado diferente”!
Notícias Técnicas
Prazo de 30 de setembro vale para os participantes do programa de autorregularização da Receita Federal; pagamento ou parcelamento dos tributos pode ser feito até 30 de novembro
Convocados e voluntários podem acumular até seis dias de folga; saiba como comprovar
Lucro Presumido não significa ausência de crédito de CBS
O que muda com a nova tributação sobre o consumo em 2027
A Cosit nº 193/2026 esclarece quando atividades de IA, automação e integração de sistemas podem ser consideradas inovação tecnológica para fins dos incentivos fiscais da Lei do Bem
A Cosit nº 191/2026 determina que a receita acumulada durante o Simei também seja considerada no cálculo do fator “r” após a migração para o Simples Nacional
A Cosit nº 188/2026 define que o 13º salário proporcional referente ao aviso prévio indenizado tem natureza salarial e deve integrar a base de cálculo do IRPF na rescisão
A Cosit nº 187/2026 esclarece regras sobre a tributação de subvenções governamentais e a obrigatoriedade de informar esses benefícios na Dirbi
O STJ manteve a incidência de IRPJ e CSLL sobre valores de diferimento de ICMS, aplicando as regras da Lei nº 14.789/2023. A decisão reforça a tributação federal sobre benefícios fiscais de ICMS no novo regime
Notícias Empresariais
Aceitar desafios antes de dominar todas as respostas parece arriscado, mas algumas competências profissionais só aparecem depois que a responsabilidade chega
Regras e controles são necessários, mas o excesso pode limitar a capacidade da empresa de experimentar, questionar e tomar decisões
Processos seletivos valorizam cada vez mais pensamento analítico, adaptação, comunicação, liderança e domínio de novas tecnologias, além da capacidade de aprender e lidar com novos desafios
Diagnóstico avalia práticas de inclusão e ajuda empresas a identificar oportunidades para fortalecer a cultura organizacional, a reputação e a relação com diferentes públicos
Sebrae orienta empreendedores sobre passos essenciais antes de buscar investidores, para saber se sua empresa precisa de clientes, parceiros ou capital
Descubra como a retenção de impostos na fonte afetará a liquidez do seu negócio e as estratégias contábeis para antecipar essa transição
Nova regra do Banco Central começa a valer nesta quinta-feira (1º) e deixa pagamento mais flexível
A cinco dias do primeiro turno do pleito, as tensões podem aumentar dentro do ambiente de trabalho. Especialistas dão dicas de como líderes podem conduzir o tema
A iniciativa é da Advocacia-Geral da União (AGU), por meio da Procuradoria-Geral Federal (PGF) e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN)
Uma meta-análise de 515 estudos e 788 mil trabalhadores mostra que o estresse não vem só da sobrecarga: falta de clareza e demandas contraditórias também pesam
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade