Alterações divulgadas possuem caráter de comunicação técnica antecipada e serão formalmente consolidadas
Área do Cliente
Notícia
Juro sobe 0,25 ponto e bc fala em ‘cautela’ no ajuste
BC eleva taxa de juros para 7,5% ao ano
Por 6 votos a favor e 2 contrários, Selic passou para 7,5% ao ano; mercado já prevê nova alta em maio.
O Banco Central elevou a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto porcentual, para 7,5% ao ano, e indicou que a alta pode continuar diante de um "nível elevado" de inflação. Em comunicado, o BC fala em "cautela", o que foi interpretado como disposição para realizar ajustes graduais nas próximas sessões do Comitê de Política Monetária (Copom). O aumento, o primeiro desde julho de 2011, foi menor do que o esperado pelo mercado, que previa elevação da Selic para 7,75%. Dois dos oito membros do Copom votaram pela manutenção da taxa de juros. A decisão ocorre uma semana depois de a inflação acumulada chegar a 6,59% em março, acima do teto da meta, e depois de a presidente Dilma Rousseff sinalizar que os juros poderiam subir para atacar a alta de preços. A previsão é de novo aumento em maio e que a Selic feche o ano em 8,5%.
Sob a justificativa de nível elevado" de inflação, Copom aumenta taxa Selic em 0,25 ponto porcentual e mercado já prevê uma nova alta
Em uma votação dividida,"-o Banco Central (BC) elevou ontem a taxa básica de juros de 7,25% para 7,50% ao ano. O aumento da taxa já era amplamente esperado, e boa parte do mercado apostava numa elevação até maior, de 0,5 ponto porcentual. Com a decisão de ontem, os analistas já preveem uma nova elevação de 0,25 ponto porcentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).
A decisão do Banco Central vem logo após a inflação acumulada em 12 meses ultrapassar o teto da meta, de 6,5% ao ano - alcançou 6,59% em março. "O Comitê avalia que o nível elevado da inflação e a dispersão de aumentos de preços, entre outros fatores, contribuem para que a inflação mostre resistência e ensejam uma resposta da política monetária", disse o BC no comunicado da decisão. Dois dos oito membros do comitê, porém, votaram pela manutenção dos juros.
No comunicado, o BC disse também que "incertezas internas e, principalmente, externas cercam o cenário prospectivo para a inflação e recomendam que a política monetária seja administrada com cautela".
O mercado financeiro, que até semana passada esperava que os juros ficassem estáveis, já havia alterado suas projeções desde a última sexta-feira, quando BC e Ministério da Fazenda deram nova sinalização de que a taxa iria subir em abril.
As previsões agora são de novo aumento da taxa básica na reunião do Copom dos dias 28 e 29 de maio. Até lá, serão conhecidos novos dados sobre a inflação e também os números do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre de 2013, que deve mostrar recuperação em relação ao final de 2012.
A taxa básica estava no menor nível da história desde outubro do ano passado, quando o BC encerrou o ciclo de cortes iniciado em agosto de 2011. O último aumento da taxa de juros foi em julho daquele ano, para 12,5% ao ano. As previsões hoje são de uma taxa de 8,5% no fim de 2013.
Estratégia. Na reunião anterior do Copom, no início de março, o BC já havia mudado sua estratégia, que deixou de ser a manutenção dos juros por período "suficientemente prolongado". Na época, a instituição passou a afirmar que iria avaliar os dados econômicos para definir os próximos passos de sua política monetária. Essa frase foi suficiente para que as taxas de juros negociadas no mercado financeiro subissem embutindo uma Selic mais alta à frente. A aposta predominante era de que a alta fosse anunciada em maio.
Alguns fatores, no entanto, levaram o governo a antecipar o aperto monetário. Entre eles, a falta de confiança no compromisso do governo em segurar a inflação, que aumentou após as declarações polêmicas da presidente Dilma. Há algumas semanas, ela se disse contrária a políticas que reduzam o crescimento da economia em prol do controle dos preços.
Os índices de preços também continuaram em alta e mostrando que os repasses para o consumidor haviam se generalizado, não ficando restritos a poucos produtos. Pesou ainda a questão política, com pré-candidatos à Presidência fazendo crítica à dificuldade do governo em lidar com o tema, e a decisão do Ministério da Fazenda de afrouxar a meta de superávit das contas públicas.
Notícias Técnicas
A Receita Federal alterou o cronograma de atualização da e-Financeira para adequação ao CNPJ alfanumérico, conforme o ADE Cofis nº 14/2026
Você sabe dizer se o empregado que sofrer acidente do trabalho e que já estiver aposentado também tem direito à manutenção do seu contrato com a empresa por 12 meses?
As mudanças do Simples Nacional em 2026 incluem novas multas e concentram em setembro decisões importantes sobre a opção para 2027 e o regime de IBS/CBS
O STJ considerou ilegal o bloqueio da inscrição estadual e a suspensão de notas fiscais como forma de cobrança coercitiva
Variações cambiais de serviços prestados ao exterior não obrigam a empresa ao Lucro Real, segundo a Receita Federal
A Receita Federal consolidou entendimento favorável ao contribuinte sobre a tributação, no Simples Nacional, de operações de importação por conta e ordem de terceiros, por meio da Solução de Consulta COSIT nº 148/2026
A Receita Federal definiu que há IRRF sobre aluguéis pagos em atraso, mesmo quando o recebimento ocorre por sentença judicial ou acordo homologado, conforme a Solução de Consulta COSIT nº 147/2026
Obrigações têm períodos de referência diferentes e exigem atenção de contadores na apuração e transmissão das informações
Receita avalia ampliar prazo para desistência da opção por IBS e CBS fora do Simples caso alíquota não seja conhecida a tempo; mudanças ainda dependem de atos oficiais
Notícias Empresariais
Planos de contingência podem parecer desperdício quando tudo funciona. O problema é descobrir que eles eram necessários justamente no momento em que já não existe tempo para prepará-los
A gestão de pessoas deixou de ser apenas operacional. Uma abordagem integrada e estratégica tornou-se essencial para a saúde e sustentabilidade das organizações
Muitas empresas têm líderes competentes, mas ainda sem atuação verdadeiramente estratégica. O desafio é transformar talento e comprometimento em liderança estratégica
Profissionais valiosos são ativos, mas a concentração de conhecimento gera riscos
Implementar uma mudança pode ser relativamente simples; o verdadeiro desafio está em fazer com que novos padrões continuem funcionando quando a pressão inicial desaparece
Formar uma liderança capaz de desenvolver e reter talentos é uma vantagem competitiva
Precificação, custos, impostos, processos e falta de controle podem reduzir o lucro mesmo quando o faturamento continua crescendo
Dispensa do plano de gerenciamento não livra empresas de responsabilidades sobre resíduos; desconhecer as regras pode aumentar riscos legais e custos
Responder mensagens, participar de reuniões e resolver pequenas pendências mantém qualquer profissional ocupado. O problema aparece quando sobra cada vez menos tempo para aquilo que realmente deveria avançar
Equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, saúde, desenvolvimento e proteção familiar ganham peso nas decisões dos jovens e pressionam o RH a construir pacotes que façam sentido dentro e fora da empresa
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade