Prorrogação de prazos para escolha entre IBS e CBS
Área do Cliente
Notícia
Elementos Essenciais do trabalho em Equipe Parte II
O texto trata dos elementos essenciais constitutivos do trabalho em equipe: poder/autoridade, moral/coesao, normas/padrões, metas/objetivos e mudanças/desenvolvimento.
Na Parte I, tivemos a oportunidade de analisar a relação poder/autoridade na dinâmica do trabalho em equipe. Veremos, agora, os demais elementos essenciais constitutivos de quaisquer agrupamentos humanos comprometidos com a realização de determinada tarefa ou atividade:
a) Moral/Coesão;
b) Normas/Padrões;
c) Objetivos/Metas;
d) Mudança/Desenvolvimento.
1. MORAL/COESÃO
Seja qual for a equipe, naturalmente surgem entre os seus membros emoções e sentimentos distintos de interação uns com os outros, ora positivos ora negativos, de respeito mútuo, de comprometimento e de consecução de resultados e de satisfação de necessidades humanas, de “espírito de equipe”, de envolvimento e de engajamento, de franqueza e de autenticidade, de harmonia, de colaboração e de competitividade, de afinidades e de diferenças, de solução de problemas, de negociação e argumentação, de obtenção de resultados e de motivação para a realização.
Quando esses sentimentos e emoções são positivos, ficam constituídas as condições objetivas para o empenho, o envolvimento e a dedicação na consecução das tarefas e de atividades. Estabelecem-se graus elevados de confiança e de compromissos. Os participantes estão sempre abertos às alternativas de ações diferenciadas, disponíveis à contribuição e ao aprimoramento do esforço coletivo e ao oferecimento de um “plus” de energias criativas indispensáveis à realização do trabalho.
As práticas e precedentes são sistematicamente testados com vistas a que demonstrem a sua validade e pertinência.
Todos compreendem que o desenvolvimento permanente e sistemático da equipe é necessário para se conseguir auferir os melhores resultados.
A comunicação entre os membros da equipe tende a ser sincera, principalmente quanto às atitudes e opiniões, sendo bastante aberta, franca e receptiva aos pontos de vista dos outros e as percepções divergentes.
A iniciativa é normalmente exercida tanto na previsão e na antecipação dos problemas quanto no seu equacionamento e solução.
Há uma atitude permanente de antecipação e de gestão de crises, com vistas a contorná-las.
A iniciativa da confrontação dos problemas é desencadeada por todos, sempre a respeito de assuntos que requeiram a atenção da equipe ou de alguns de seus membros.
Os integrantes são motivados pela exploração de oportunidades de alcançar desempenho de alta qualidade, pois existe a associação do clima de moral/coesão com a obtenção de resultados.
Há uma predisposição de todos individualmente e em grupo pela aceitação e satisfação da mudança como parte do trabalho, sem que ela se torne um fator de crise, stress ou tensão, mas, ao contrario, de superação de novos desafios.
Todos são motivados por oportunidades de alcançar resultados de alta qualidade. Existe uma associação natural e espontânea da moral/coesão da equipe com a obtenção de metas e de objetivos.
Eis ai a descrição sumária de uma equipe sob liderança de uma cultura fundada no uso da hierarquia “todos com todos”, de um líder dinâmico que se vale da legitimidade de utilização das distintas interações do “eu – sozinho”, do “um – com – um”, do “um – com – alguns”, do “alguns – com – alguns” para encaminhar soluções diferenciadas dentro de um melhor estilo ou processo de tomada de decisão, de condução de pessoas e de programas.
Em oposição, num extremo, na ausência do uso da hierarquia pelo líder, configuram-se atitudes e comportamentos de baixo moral e de baixa coesão muitas vezes advindos de exigências da organização que vão de encontro aos interesses dos indivíduos e da própria equipe como um coletivo de trabalho. A comunicação é fechada, escamoteada e mantida ao nível mínimo de convivência social e profissional.
Muitos se indagam: por que tentar fazer o que nos pedem, com empenho e dedicação se não recebemos em contrapartida um tratamento adequado da liderança de nossa equipe? A iniciativa no trabalho em equipe é exercida raramente, mesmo quando há orientações claras, prazos e tarefas a realizar.
A resultante de desempenho costuma ser atitudes de desinteresse e descaso, de alienação e de indiferença, de distanciamento e de falta de comprometimento com as tarefas e atividades a realizar; e de falta de interação com os outros, quando não de rejeição e de conflito interpessoal.
O desenvolvimento da equipe passa a ser considerado irrelevante, uma vez que reais soluções não podem ser alcançadas. Por que tentar, então, o desnecessário já que, de qualquer forma, é sempre muito difícil modificar as coisas?
Uma atitude de embromação passa a ser constante, em que todos estão se ajustando a fazer o que seja estritamente necessário para manterem as suas posições na folha de pagamento. As pessoas desempenham suas tarefas de sempre, seguindo a rotina, sem refletir muito sobre se os outros seriam capazes de fazê-las melhor. Muito menos se pergunta se deveriam ainda ser feitas, delegadas a outrem, transferidas ou automatizadas.
Não se busca padrões de excelência de desempenho. Imagine! Ninguém é molestado ou cobrado por não estar contribuindo ou fazendo muito pouco.
As práticas e precedentes do passado, as tradições de trabalho da equipe provêm orientações quanto à quantidade de esforço apenas o suficiente para manter as coisas exatamente como são feitas.
O espírito reinante na equipe é de indiferença apática, sempre na convicção de que o que se propõe não vai funcionar. Portanto, “não adianta dar murro em ponta de faca”.
A confrontação em equipe só se dá para exame de problemas quando se é forçado por condições que se estão tornando incontroláveis ou críticas, ou seja, quando a equipe já se encontra no limiar da perda de controle da situação. Ou seja: o tratamento de problemas imprevistos são solenemente ignorados até que a situação se torne crítica, e a sua consideração e equacionamento se imponham. A utilização do tempo, assim, não é uma variável valorizada no trabalho em equipe, tendendo a ser mais ou menos ignorado vis-à-vis á sua contribuição na solução dos problemas.
Um membro típico de uma equipe de um líder ausente tende a aceitar decisões tomadas pelos outros em vez de assumi-las como parte de suas responsabilidades. Concorda com as opiniões, atitudes e idéias alheias e evita tomar partido em posições divergentes eventualmente surgidas no decorrer do trabalho. Prefere manter-se neutro e não se envolver. Raramente se irrita com seus colegas no desempenho de suas tarefas já que não tem muito envolvimento com elas: “deixa estar pra ver como é que fica”. Seu senso de humor é tido por todos como irrelevante, desfocado, insípido e sem sentido, voltado primacialmente para a sua sobrevivência na organização.
Notícias Técnicas
Segunda parcela do 13º salário será paga em dezembro, antecipando-se para o dia 18.
Alteração da IN RFB nº 2228/2024 introduz a Regra Simplificadora Globe para Incentivo Fiscal baseado na Substância e amplia o período de aplicabilidade da Regra Simplificadora Globe de Transição
A partir de 1º de outubro, IBS e CBS devem ser destacados na NFCom, NFS-e, DIR e eventos de tabela da DeRE
A partir de 15 de outubro, começam os testes de integração do Split Payment entre PSPs e a Plataforma Pública, sem impacto nas operações reais
Parcelas com vencimento em 30/9 podem não ter sido debitadas por atraso no processamento do débito automático; veja como manter a negociação em dia
Registro feito pelo S-2190 permanece pendente até o envio dos dados completos. A folha pode ser fechada com alerta, mas afastamentos e desligamentos exigem a regularização do vínculo
O recolhimento separado depende da atividade exercida e, em empresas com receitas de anexos diferentes, também do trabalho realizado por cada pessoa
Confira os CNAEs mais comuns para tecnologia e como impactam Simples Nacional e ISS
Entenda a não incidência de ISS, PIS e Cofins e como caracterizar o serviço exportado
Notícias Empresariais
Decisões empresariais envolvem riscos e incertezas, exigindo escolhas mesmo quando as informações são incompletas
Avanço da inteligência artificial, uso de dados e fragmentação dos canais pressionam empresas a integrar marca, vendas, produto e performance
A expansão da terceirização e do interim management busca mais eficiência e acesso a especialistas, mas exige atenção à gestão e integração das equipes
Há um descompasso entre os benefícios oferecidos pelas empresas e as expectativas dos colaboradores
Antes de liberar crédito, pequeno empresário pode analisar histórico do cliente, definir limites e estabelecer garantias para reduzir o risco de não receber
Notificar a intenção de não renovar não obriga ninguém a mudar de fornecedor. Apenas garante que a decisão continue sendo da empresa, e não do calendário
Fundadores de XP e Stone e os atuais CEOs das companhias afirmam que empresas só atingem novos patamares quando os antecessores aprendem a delegar e confiar
Levantamento inédito com 1.406 profissionais mostra que 89% associam cultura forte a resultados, mas 58% veem os valores serem deixados de lado sob pressão — e revela um abismo entre líderes e equipes
Apostadores: Até 5 de outubro para retirar voluntariamente os valores
Ibovespa sobe 1,37% e fecha mês com avanço de 5,03%
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade