Regulamentação da Lei Complementar nº 214/2025 trouxe mudanças importantes nas regras de opção pelo Simples Nacional, que NÃO SERÁ MAIS REALIZADA NO MÊS DE JANEIRO
Área do Cliente
Notícia
Crédito a pequenas cresce 86%
As empresas de pequeno e médio porte do Paraná contrataram mais empréstimos subsidiados pelo governo em 2010
As empresas de pequeno e médio porte do Paraná contrataram mais empréstimos subsidiados pelo governo em 2010. O volume de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) do estado cresceu 86% na comparação com o ano anterior, chegando a R$ 5,4 bilhões, contra R$ 2,9 bilhões em 2009. O repasse ao Paraná representou 11,4% do total concedido pelo BNDES no ano passado para as três categorias de empresas em todo o país. A fatia é superior à representação do estado no Produto Interno Bruto (PIB), de 5,9% (dado de 2009).
Para especialistas, a retomada no pós-crise incentivou a demanda por crédito, movimento que deve continuar em 2011 diante do cenário positivo para a economia brasileira. As linhas para capital de giro e para financiamento da ampliação da capacidade produtiva deverão ser as mais requisitadas. O crescimento, porém, dificilmente manterá o mesmo ritmo de 2010.
Empréstimo via BRDE recua
No Paraná, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), agente econômico do BNDES para a Região Sul e responsável por apenas uma parcela do crédito do banco nacional negociado no estado, diminuiu em 3% os repasses para as micro, pequenas e médias empresas em 2010 – eles somaram R$ 160 milhões, contra R$ 165 milhões em 2009.
“A nossa expectativa é de que o crédito deve continuar crescendo, mas não tão fortemente. Há indícios de aumento das taxas de juros, o que frearia o crédito”, diz Andrezza Oikawa Rocha, coordenadora de fomento da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), que mantém um posto de informações para orientar empresários interessados em obter financiamento pelo BNDES.
O Programa de Sustentação do Investimento (PSI), criado pelo governo para incentivar a aquisição de máquinas e equipamentos em meio à crise financeira de 2008, deve ser prorrogado pela terceira vez, mas com taxas mais elevadas. O programa, que concede crédito subsidiado, especialmente a pequenas e médias empresas, começou com juro mínimo de 4,5% ao ano, foi reajustado para 5,5% no ano passado, e agora deve sofrer um novo aumento, ainda não definido.
Sem papelada
Uma das modalidades que mais têm atraído os pequenos e médio empresários é o Cartão BNDES. No estado, as operações com o cartão também cresceram 86% no ano passado, segundo a Fiep. O programa desburocratiza o processo de empréstimo e dá agilidade ao empresário na tomada de decisões. O produto funciona como os cartões de crédito tradicionais, mas é exclusivo para o financiamento de investimentos das MPMEs. Empresas com faturamento bruto anual de até R$ 90 milhões e em dia com o INSS, FGTS, Rais e tributos federais têm acesso ao cartão. Após cadastro e liberação do banco, o portador recebe um limite de crédito de até R$ 1 milhão. Depois disso, fica a seu critério o momento de realizar a compra junto a um fornecedor credenciado. “Facilita muito o processo porque o empresário não precisa comparecer ao banco, com todos os papéis exigidos, para cada operação de empréstimo”, diz Andrezza.
As sócias Fernanda Morini e Jussara Locatelli, donas da produtora de vídeo Realiza Vídeo, usaram o cartão pela primeira vez em agosto do ano passado, para a compra de uma van. “Por obrigação contratual, precisávamos de uma nova van. Como era um desembolso alto de capital, a solução que a gente encontrou foi usar o cartão. Foi muito simples e, à medida que você vai pagando as parcelas, o dinheiro vai sendo liberado para crédito novamente”, conta Fernanda. Ela cita o fim da papelada para o empréstimo como uma grande vantagem. “Evita aquela demora do cadastro, de mandar os papéis obrigatórios para o empréstimo. Com o cartão, o crédito já está pré-aprovado.”
Preocupação
Segundo levantamento do Sebrae-PR, ainda são comuns empréstimos para aporte no capital de giro. “É um tipo de crédito que normalmente indica algum problema na gestão do recurso financeiro”, afirma Flavio Locatelli Junior, coordenador de acesso a serviços financeiros do Sebrae-PR. “O empresário acaba comprando um equipamento e descapitalizando o fluxo de caixa. Quando vê, acaba faltando dinheiro para o capital de giro e é preciso recorrer a uma linha de financiamento.” Na pesquisa do Sebrae-PR, diz o coordenador, há “vários exemplos” de empresas que fizeram uso do cheque especial para suprir o capital de giro. “É um problema sério de planejamento. O empresário busca uma linha de financiamento de curto prazo, que é o cheque especial, e acaba pagando um juro muito mais caro.”
Em 2010, as micro, pequenas e médias empresas de todo o país receberam R$ 45,6 bilhões em empréstimos do BNDES, um salto de 96% em relação a 2009. O banco responde por 70% do crédito de longo prazo no Brasil.
Notícias Técnicas
Nova versão prevê a movimentação da conta vinculada em casos de doenças graves previstos em ação civil pública
Especialista lista falhas fiscais que comprometem o caixa e saúde financeira
Orientação da Sefaz-SP esclarece a responsabilidade das transportadoras no transporte de bens remetidos por pessoas e empresas sem inscrição como contribuintes do imposto estadual
NBC TPE 01 fixa novas diretrizes para prestação de contas de campanhas
Entenda como a negociação coletiva pode substituir horas extras sem suprimir direitos essenciais
A Receita Federal, o CGIBS e o CFC discutiram o PNCT 2026, com foco nas novas exigências para documentos fiscais e no papel dos contadores durante a transição da Reforma Tributária
Média salarial e proporcionalidades definem o valor final do acerto
Com o avanço do SPED, do Pix, da e-Financeira e de análises preditivas, a Receita monitora movimentações em tempo real
A Resolução CGSN nº 190/2026 adapta o Simples Nacional à Reforma Tributária, regulamentando a incorporação do IBS e da CBS, além de regras sobre créditos, apuração e sublimite
Notícias Empresariais
Consenso rápido costuma transmitir eficiência, mas equipes em que ninguém questiona decisões podem estar trocando pensamento crítico por conformidade
A multipotencialidade pode se tornar uma vantagem competitiva quando diferentes competências são integradas de forma estratégica e comunicadas com clareza, gerando valor para profissionais e organizações
Tecnologia, personalização e serviços de valor agregado ampliam a disputa pela experiência do consumidor e aproximam estratégias já conhecidas pelo RH
Recorde de consumidores endividados pressiona faturamento e capital de giro
Modelo acelera projetos e agrega especialistas a equipes internas
Especialistas defendem combinar dados, pensamento crítico e julgamento humano ao debater o tema no podcast É Mais que Tech
Varejistas globais já adaptam estratégias para aparecer em recomendações de ferramentas de IA, movimento que começa a exigir mudanças também das empresas brasileiras
Categoria cobra reajuste salarial e avanço nas negociações de 2026
Planos de contingência podem parecer desperdício quando tudo funciona. O problema é descobrir que eles eram necessários justamente no momento em que já não existe tempo para prepará-los
A gestão de pessoas deixou de ser apenas operacional. Uma abordagem integrada e estratégica tornou-se essencial para a saúde e sustentabilidade das organizações
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade