Regulamentação da Lei Complementar nº 214/2025 trouxe mudanças importantes nas regras de opção pelo Simples Nacional, que NÃO SERÁ MAIS REALIZADA NO MÊS DE JANEIRO
Área do Cliente
Notícia
Maioria relaciona real valorizado à redução no preço dos alimentos
De acordo com o levantamento, 35% dos brasileiros acreditam que o real mais forte oferece benefícios
A maioria da população brasi leira (68%) defende que o real se mantenha valorizado em relação ao dólar e um em cada quatro brasileiros acreditam que a redução dos preços dos alimentos está relacionada com a moeda nacional forte. Esses resultados, revelados por pesquisa do Instituto Análise, indicam que o debate sobre a política cambial na campanha presidencial pode ser relevante não só para empresários e mercado financeiro, mas também para os mais pobres.
De acordo com o levantamento, 35% dos brasileiros acreditam que o real mais forte oferece benefícios, em especial aos pobres, e 24% acreditam que o dólar desvalorizado deixa os alimentos mais baratos. Responsável pela pesquisa, Alberto Carlos Almeida, diretor do Instituto Análise, explica que, apesar da complexidade do debate sobre a política cambial, a população percebe no bolso as oscilações da cotação do dólar no país. "A maioria da população sabe até os centavos do que gasta no supermercado", comenta Almeida. "Apenas um grupo muito pequeno não sabe o quanto gasta nas compras."
A percepção de que a valorização do real é importante é registrada sobretudo nas regiões Norte e Centro Oeste e entre os que declararam ter estudado até o nível médio. Almeida ressalta que o assunto ganha mais relevância no debate eleitoral em um contexto de aumento da renda e de acesso ao mercado de consumo, com a ascensão de milhares de pessoas à classe C.
Na avaliação de 49% dos entrevistados pelo Instituto Análise, é melhor ter dólar mais fraco, com a consequente redução nos preços dos produtos, ainda que isso gere desemprego na indústria. Outros 33% analisam que ter empregos no setor industrial é mais importante do que gerar postos de trabalho no comércio ou diminuir os preços. O instituto de pesquisa ouviu 1 mil pessoas na última semana de outubro de 2009, em seus domicílios. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou menos.
O tema da política cambial ainda não foi tratado abertamente pelos principais pré-candidatos à Presidência. A ex-ministra Dilma Rousseff , do PT, sinaliza que deve manter a política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com o câmbio flutuante, sem intervenções. O pré-candidato do PSDB, ex-governador José Serra, não explicitou suas ideias sobre a questão. Alguns economistas ligados ao seu grupo político dentro do partido defendem o controle mais forte do governo, por meio do Banco Central. Ressaltam, no entanto, que o regime cambial deve continuar flutuante.
A última eleição marcada de maneira relevante pelo nó cambial foi a de 1998, quando a gestão Fernando Henrique Cardoso resistiu a pressões dentro e fora do governo para desvalorizar a moeda durante a campanha. A mudança no câmbio acabou acontecendo em janeiro, com a queda do presidente do Banco Central, Gustavo Franco.
O próximo presidente terá de lidar com os efeitos da valorização do real nas contas externas do país. Em 2009, após cinco anos de resultados positivos, o balanço de transações correntes fechou negativo. A expectativa para este ano, segundo pesquisa realizada com instituições financeiras pelo Banco Central, o boletim Focus, é de déficit em conta corrente de US$ 50 bilhões. Para 2011, quando o sucessor do presidente Lula assumir, a estimativa é de déficit de US$ 60 bilhões em conta corrente. Para a balança comercial, os bancos preveem saldo de R$ 10 bilhões neste ano e R$ 3, 99 bilhões para o próximo ano.
Exportadores e empresários que vendem para o mercado interno e que competem com manufaturados importados, especialmente da China, defendem uma política mais intervencionista do governo sobre o câmbio. Na avaliação do economista Paulo Gala, da Fundação Getúlio Vargas (FGV) de São Paulo, existe divisão do governo em relação ao câmbio valorizado. O Ministério da Fazenda faz esforço para contornar a valorização do real, ao, por exemplo, criar o Fundo Soberano, no qual o governo compra dólares e emite dívida em reais. Por outro lado, o Banco Central não teme o atual cenário porque o real valorizado ajuda a controlar a inflação.
Além do efeito nas contas externas, Gala cita o impacto negativo sobre a competitividade industrial em relação a outros países. O economista da FGV diz que o Brasil tem diferenças com a Ásia, onde o modelo de crescimento de desenvolveu com desvalorizações cambiais. "Numa economia com câmbio apreciado, como o Brasil, o crescimento é puxado pelo consumo interno, o que acaba resultando em déficit em conta corrente. No modelo asiático, o crescimento foi puxado pelas exportações", afirmou Gala, para quem o governo poderia ser mais agressivo na utilização do Fundo Soberano. "O fundo está pronto, mas o governo está usando de forma tímida", afirmou o economista da FGV.
Notícias Técnicas
Nova versão prevê a movimentação da conta vinculada em casos de doenças graves previstos em ação civil pública
Especialista lista falhas fiscais que comprometem o caixa e saúde financeira
Orientação da Sefaz-SP esclarece a responsabilidade das transportadoras no transporte de bens remetidos por pessoas e empresas sem inscrição como contribuintes do imposto estadual
NBC TPE 01 fixa novas diretrizes para prestação de contas de campanhas
Entenda como a negociação coletiva pode substituir horas extras sem suprimir direitos essenciais
A Receita Federal, o CGIBS e o CFC discutiram o PNCT 2026, com foco nas novas exigências para documentos fiscais e no papel dos contadores durante a transição da Reforma Tributária
Média salarial e proporcionalidades definem o valor final do acerto
Com o avanço do SPED, do Pix, da e-Financeira e de análises preditivas, a Receita monitora movimentações em tempo real
A Resolução CGSN nº 190/2026 adapta o Simples Nacional à Reforma Tributária, regulamentando a incorporação do IBS e da CBS, além de regras sobre créditos, apuração e sublimite
Notícias Empresariais
Consenso rápido costuma transmitir eficiência, mas equipes em que ninguém questiona decisões podem estar trocando pensamento crítico por conformidade
A multipotencialidade pode se tornar uma vantagem competitiva quando diferentes competências são integradas de forma estratégica e comunicadas com clareza, gerando valor para profissionais e organizações
Tecnologia, personalização e serviços de valor agregado ampliam a disputa pela experiência do consumidor e aproximam estratégias já conhecidas pelo RH
Recorde de consumidores endividados pressiona faturamento e capital de giro
Modelo acelera projetos e agrega especialistas a equipes internas
Especialistas defendem combinar dados, pensamento crítico e julgamento humano ao debater o tema no podcast É Mais que Tech
Varejistas globais já adaptam estratégias para aparecer em recomendações de ferramentas de IA, movimento que começa a exigir mudanças também das empresas brasileiras
Categoria cobra reajuste salarial e avanço nas negociações de 2026
Planos de contingência podem parecer desperdício quando tudo funciona. O problema é descobrir que eles eram necessários justamente no momento em que já não existe tempo para prepará-los
A gestão de pessoas deixou de ser apenas operacional. Uma abordagem integrada e estratégica tornou-se essencial para a saúde e sustentabilidade das organizações
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade