Regulamentação da Lei Complementar nº 214/2025 trouxe mudanças importantes nas regras de opção pelo Simples Nacional, que NÃO SERÁ MAIS REALIZADA NO MÊS DE JANEIRO
Área do Cliente
Notícia
Profissional liberal precisa de planejamento financeiro mais rígido
Um dos pontos básicos para quem tem essa situação é não misturar as contas pessoais com os negócios.
Elaborar um planejamento / orçamento familiar parece mais fácil quando somos empregados de uma empresa e temos salário fixo. Qual seria a dica para quem possui empresa própria e que pode variar? Seria adequado considerar como renda pessoal o lucro líquido dessa empresa?
Para quem tem renda variável, como empresários, profissionais liberais e comerciantes, entre outros, há a necessidade de planejar a vida financeira de maneira mais rígida do que pessoas que têm salário fixo. Um dos pontos básicos para quem tem essa situação é não misturar as contas pessoais com os negócios. É preciso organização e separar muito bem as contas. Caso contrário, não será possível administrar corretamente o negócio nem as contas familiares. Como é possível verificar e analisar quais os resultados efetivos de seu negócio se as contas estão misturadas? Quais despesas estão fora de controle? Como descobrir erros para poder corrigi-los? Devemos entender que parte do lucro líquido é do empresário, mas outra parte deve ser utilizada para reinvestir e, assim, permitir a continuidade e proporcionar crescimento do próprio negócio. Na suas contas pessoais, tendo em vista que sua renda é variável, deve haver um bom planejamento de gastos mensais para que, nos meses de vacas gordas, parte da renda seja poupada. A dica é: trabalhe com orçamento em base mensal e anual para que haja uma visão clara de todos os seus gastos.
A Petrobrás teve um lucro de R$ 28,9 bilhões em 2009. Haverá a distribuição de 25% (lei) desse lucro em forma de dividendos? A parcela dos acionistas minoritários é de 67,8%?
A previsão é de que haja distribuição de dividendos ainda no mês de abril. Os dados da Petrobrás indicam que a rentabilidade de dividendos nos últimos 12 meses foi de 2,96% e a informação que temos é de que os últimos dividendos pagos foram de R$ 1,13 por ação e R$ 0,12 a título de juros sobre capital próprio. Do total de ações da empresa, 31,1 % pertencem ao Tesouro Nacional, mas que detém 55,6% das ações com direito a voto. Outras participações importantes no capital total são o BNDESPar, com 7,7 %, o fundo de pensão Previ, com 3,2%, e a gestora BlackRock, com 2,6%. Os demais participantes do capital da empresa detêm 54,4% do total, mas somente 42,4% das ações com direito a voto.
Levando em consideração que o Brasil precisa manter suas taxas de juros a níveis baixos para ter uma economia desenvolvida, quais seriam os impactos dos investimentos internacionais no País? Neste caso, os investidores não retirariam o dinheiro do Brasil justamente porque os juros não seriam mais atrativos? Quais as consequências disso? Manter a taxa de juros baixa nos próximos anos não seria "um tiro no pé"?
A manutenção de juros em níveis altos eleva os custos dos negócios de maneira geral. O empresário tem dificuldades para investir e financiar o capital de giro, em virtude do custo de captação de capital. Assim, eleva-se o custo geral da cadeia produtiva, o que reduz a geração de emprego, trazendo como consequência menor nível de renda para as famílias. Isso, por sua vez, resulta em menor grau de consumo. E assim por diante, fechando um ciclo negativo na economia. Daí a necessidade de termos taxas de juros mais baixas. De outro lado, os investimentos não ocorrem somente pela observação do retorno, mas sim pela relação entre o risco e o retorno oferecido. Duas palavrinhas mágicas em investimentos, pois não podemos falar de uma sem falar da outra. Em todos os investimentos, o que se observa é o equilíbrio entre risco e retorno. Se o Brasil oferecer um retorno compatível com o nível de risco observado, o investidor internacional continuará aplicando seu rico dinheiro no País. Dessa forma, a queda dos juros não necessariamente significa diminuição na entrada de capital, mas sim uma situação nacional melhor.
Qual a melhor opção para quem viaja para o exterior: traveller check ou dinheiro vivo?
Na hora de uma viagem, temos basicamente três alternativas para realizar pagamentos: dinheiro vivo, travellers checks ou cartão de crédito. Carregar dinheiro vivo para toda a viagem é sempre muito perigoso. Os travellers checks sem dúvida trazem maior segurança, mas têm alguma dificuldade para trocar, dependendo do local de viagem. Além disso, sempre ocorre deságio porque há taxas e despesas administrativas. O cartão de crédito também tem bom grau de segurança, facilidade de utilização e aí está justamente o risco, porque você poderá gastar demais e, quando voltar, terá dores de cabeça de dívidas. A dica é levar um pouco de dinheiro vivo somente para os gastos iniciais, algum valor em travellers e o cartão de crédito, mas junto um caderno para anotar tudo o que está gastando para não exagerar.
Notícias Técnicas
Nova versão prevê a movimentação da conta vinculada em casos de doenças graves previstos em ação civil pública
Especialista lista falhas fiscais que comprometem o caixa e saúde financeira
Orientação da Sefaz-SP esclarece a responsabilidade das transportadoras no transporte de bens remetidos por pessoas e empresas sem inscrição como contribuintes do imposto estadual
NBC TPE 01 fixa novas diretrizes para prestação de contas de campanhas
Entenda como a negociação coletiva pode substituir horas extras sem suprimir direitos essenciais
A Receita Federal, o CGIBS e o CFC discutiram o PNCT 2026, com foco nas novas exigências para documentos fiscais e no papel dos contadores durante a transição da Reforma Tributária
Média salarial e proporcionalidades definem o valor final do acerto
Com o avanço do SPED, do Pix, da e-Financeira e de análises preditivas, a Receita monitora movimentações em tempo real
A Resolução CGSN nº 190/2026 adapta o Simples Nacional à Reforma Tributária, regulamentando a incorporação do IBS e da CBS, além de regras sobre créditos, apuração e sublimite
Notícias Empresariais
Consenso rápido costuma transmitir eficiência, mas equipes em que ninguém questiona decisões podem estar trocando pensamento crítico por conformidade
A multipotencialidade pode se tornar uma vantagem competitiva quando diferentes competências são integradas de forma estratégica e comunicadas com clareza, gerando valor para profissionais e organizações
Tecnologia, personalização e serviços de valor agregado ampliam a disputa pela experiência do consumidor e aproximam estratégias já conhecidas pelo RH
Recorde de consumidores endividados pressiona faturamento e capital de giro
Modelo acelera projetos e agrega especialistas a equipes internas
Especialistas defendem combinar dados, pensamento crítico e julgamento humano ao debater o tema no podcast É Mais que Tech
Varejistas globais já adaptam estratégias para aparecer em recomendações de ferramentas de IA, movimento que começa a exigir mudanças também das empresas brasileiras
Categoria cobra reajuste salarial e avanço nas negociações de 2026
Planos de contingência podem parecer desperdício quando tudo funciona. O problema é descobrir que eles eram necessários justamente no momento em que já não existe tempo para prepará-los
A gestão de pessoas deixou de ser apenas operacional. Uma abordagem integrada e estratégica tornou-se essencial para a saúde e sustentabilidade das organizações
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade