Quando falamos de benefício alimentação no Brasil, estamos falando de algo que vai muito além de um cartão na carteira. Estamos falando de gente: do trabalhador que conta com aquele saldo para almoçar todos os dias, do restaurante que depende desse fluxo de caixa para manter as portas abertas e do RH que precisa equilibrar custo, engajamento e competitividade.
É por isso que as novas regras do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), anunciadas pelo Governo Federal, marcam um ponto de virada importante para todo o ecossistema. O decreto estabelece, entre outros pontos, teto de 3,6% para a taxa cobrada dos estabelecimentos, limite de 2% para a tarifa de intercâmbio, repasse em até 15 dias após a transação e a migração para um modelo em que os sistemas funcionam em arranjo aberto, com interoperabilidade entre bandeiras em prazo determinado.
Na prática, isso significa três movimentos claros: mais liquidez e previsibilidade para bares, restaurantes e supermercados, que passam a pagar menos taxa e a receber mais rápido; mais competição e inovação entre as empresas de benefícios, já que o ambiente fica mais aberto e transparente; e mais poder de escolha para o trabalhador e para o RH, com cartões aceitos em uma rede mais ampla, desde que respeitadas as regras do programa.
Do ponto de vista da Swile: continuidade com mais clareza de regras. No nosso caso, as mudanças não exigem uma guinada de rota. A Swile já nasceu operando em arranjo aberto no Brasil, com cartão Mastercard aceito em qualquer estabelecimento dentro das definições do PAT, e com taxas competitivas, alinhadas ao mercado de crédito tradicional.
O que muda agora é o ambiente ao nosso redor: todos os players passam a jogar no mesmo gramado regulatório, e quem já vinha praticando taxas mais justas e defendendo a abertura do mercado passa a ter esse modelo reconhecido em decreto.
Isso traz mais segurança para as empresas que já apostaram em modelos flexíveis, mais previsibilidade para o comércio e mais clareza para o RH, que precisa justificar suas escolhas internamente.
| Compra | Venda | |
|---|---|---|
| Dólar Americano/Real Brasileiro | 5.4366 | 5.438 |
| Euro/Real Brasileiro | 6.086 | 6.088 |
| Atualizado em: 02/11/2026 17:04 | ||
| 08/2026 | 09/2026 | 10/2026 | |
|---|---|---|---|
| IGP-DI | 0,06% | 1,50% | |
| IGP-M | -0,22% | 1,57% | 1,47% |
| INCC-DI | 0,66% | 0,22% | |
| INPC (IBGE) | -0,32% | 0,82% | |
| IPC (FIPE) | 0,01% | 0,51% | |
| IPC (FGV) | -0,37% | 0,67% | |
| IPCA (IBGE) | -0,32% | 0,82% | |
| IPCA-E (IBGE) | -0,40% | 0,70% | |
| IVAR (FGV) | 0,29% | 0,28% |