Atualmente, a maioria das organizações que possui grandes redes de estabelecimentos (venda direta, distribuidores, atacadistas, franquias, etc.) não percebe o potencial que tem em mãos, principalmente quando o assunto é crédito, inadimplência e soluções para os clientes. Segundo um levantamento realizado pela Serasa, 5,1 milhões de empresas estão inadimplentes com o CNPJ, totalizando R$ 119 bilhões em dívidas.
Nesse cenário, estabelecer estratégias para mitigar o risco de calote é essencial para que as companhias prosperem cada vez mais. A seguir, confira três formas de evitá-lo.
1. Defina prazos e boas parcerias
Um dos fatores para a inadimplência é o trade-off – situação em que há conflito de escolha, entre a venda de produtos com um maior prazo para o pagamento, o que aumenta o risco de inadimplência, e uma venda menor porém com a segurança de um pagamento mais rápido. Especialmente no cenário econômico atual do país, a ameaça desse tipo de negociação é alto, mas sem alternativas vantajosas, as empresas deixam de ser parceiros atrativos.
É de extrema importância que haja a definição de alianças estratégicas, para as quais o fornecimento pode ser feito com prazo mais extenso, assumindo a chance de inadimplência sem comprometer o orçamento da companhia.
2. A solução pode estar com seus clientes
Em uma situação comum, as empresas terão que ponderar entre um dos dois caminhos: crescer de maneira mais rápida mas com maior risco ou progredir de forma moderada sendo mais conservador. O que muda, em ambos os casos, é o entendimento sobre como a rede de estabelecimentos se relaciona e auxilia na resolução dos problemas, não só do seu cliente, mas também dos consumidores finais. A tecnologia pode auxiliar nisso ao diminuir a quantia de intermediários e entregar soluções de ponta a ponta capazes de transacionar de maneira mais rápida e eficiente.
O gestor deve buscar por alternativas melhores e inovadoras, que atuem com o que há de mais novo na tecnologia, garantindo a assertividade nas ofertas e opções.
3. Use tecnologia de pagamentos a favor do negócio
A parte de pagamentos é um dos elos onde há mais oportunidades na rede de estabelecimentos. É possível gerir os recebíveis de cartão de crédito de parceiros e clientes e tirar, logo na fonte, as cobranças, taxas administrativas, quitação de produtos, etc. Assim, ao invés de vender os artigos com alto prazo de pagamento, é possível acessar os recebíveis de longo prazo dos parceiros e os utilizar como garantia, visando zerar a inadimplência.
Nesse cenário, as organizações podem ter as suas próprias máquinas de cartão. Assim, quando o consumidor a utiliza, uma parte do valor (referente ao repasse de produto) pode ir diretamente para a companhia, resolvendo os problemas de inadimplência e diminuindo o ciclo financeiro. Por consequência disso, é possível vender cada vez mais, sem ameaça de calote.
| Compra | Venda | |
|---|---|---|
| Dólar Americano/Real Brasileiro | 5.1126 | 5.1156 |
| Euro/Real Brasileiro | 5.84454 | 5.85823 |
| Atualizado em: 16/07/2026 17:20 | ||
| 04/2026 | 05/2026 | 06/2026 | |
|---|---|---|---|
| IGP-DI | 2,41% | 0,87% | -0,79% |
| IGP-M | 2,73% | 0,84% | -0,50% |
| INCC-DI | 1,00% | 0,88% | 0,78% |
| INPC (IBGE) | 0,81% | 0,65% | 0,14% |
| IPC (FIPE) | 0,40% | 0,45% | 0,18% |
| IPC (FGV) | 0,88% | 0,60% | 0,36% |
| IPCA (IBGE) | 0,67% | 0,58% | 0,16% |
| IPCA-E (IBGE) | 0,89% | 0,62% | 0,41% |
| IVAR (FGV) | 0,52% | 0,33% | 0,10% |