Você provavelmente conhece pessoas que utilizam seus dispositivos como ferramenta de trabalho e também empresas que permitem que seus funcionários acessem dados, contas e informações através de seu smartphone. Essa prática cada vez mais comum no ambiente corporativo é simplificada pela sigla BYOD (Bring Your Own Device), que em livre tradução significa “traga o seu próprio dispositivo”.
Acompanhando as novas tendências do mercado e uma geração de profissionais conectados, o BYOD foi utilizado pela primeira vez em 2009, pela Intel. A empresa reconheceu que a política fortalece a confiança entre funcionário e empresa, além de contribuir com a produtividade, conforto e liberdade do profissional para realizar seu trabalho com maior confiança e autonomia.
O BYOD já é visto como o futuro da cultura empresarial, mas é preciso reconhecer o momento certo e viável para implementá-lo no negócio. Apesar de trazer consigo benefícios transformadores tanto para o profissional quanto para a empresa, que são impulsionados pela inovação das ferramentas de trabalho, é preciso ter cautela quando o assunto é segurança e suporte de TI.
Apesar de pedir investimentos em novas áreas, o BYOD pode ser uma boa estratégia para redução de antigos custos. No modelo tradicional, o funcionário se limita às ferramentas que foram adquiridas e registradas pela empresa, que deve arcar com custos de manutenção e também fica responsável pela modernização.
Já no BYOD, o profissional, na condição de proprietário do equipamento, arca com custos de manutenção, reposição em casos de furto, perda ou roubo, além haver o interesse pessoal de se manter atualizado no mercado, acompanhando as tendências do mundo digital.
| Compra | Venda | |
|---|---|---|
| Dólar Americano/Real Brasileiro | 5.1073 | 5.1103 |
| Euro/Real Brasileiro | 5.81395 | 5.82751 |
| Atualizado em: 13/07/2026 00:10 | ||
| 04/2026 | 05/2026 | 06/2026 | |
|---|---|---|---|
| IGP-DI | 2,41% | 0,87% | -0,79% |
| IGP-M | 2,73% | 0,84% | -0,50% |
| INCC-DI | 1,00% | 0,88% | 0,78% |
| INPC (IBGE) | 0,81% | 0,65% | 0,14% |
| IPC (FIPE) | 0,40% | 0,45% | 0,18% |
| IPC (FGV) | 0,88% | 0,60% | 0,36% |
| IPCA (IBGE) | 0,67% | 0,58% | 0,16% |
| IPCA-E (IBGE) | 0,89% | 0,62% | 0,41% |
| IVAR (FGV) | 0,52% | 0,33% | 0,10% |