Nos próximos anos, o consumidor de luxo brasileiro deve mudar de hábitos e passar a adquirir mais serviços, segundo prevê o designer de consumo Maurício Queiroz.
De acordo com ele, a abertura do mercado brasileiro, aliada ao aumento do poder aquisitivo, atraiu novas grifes e segmentos deste mercado ao País, o que fez crescer o acesso ao luxo, sobretudo de produtos de satisfação imediata, mudando o comportamento do consumidor.
“A gente tinha um consumidor que comprava basicamente bens duráveis, isso deve mudar um pouco. O maior volume de compras ainda está no setor de imóveis e veículos, mas o setor de cosméticos e beleza já se tornou um mercado muito próspero no curto e médio prazo. No longo prazo, a aposta é o setor de serviços”, diz Queiroz.
Crescimento
Ainda conforme o designer, atualmente, o Brasil gera cerca de US$ 7,5 bilhões para o mercado de luxo mundial, sendo que São Paulo concentra 70% do mercado nacional.
A expectativa é que o Brasil cresça de 2% a 6% em pouco mais de dez anos, sendo que em 2025 o País detenha aproximadamente 6% de participação no mercado de luxo global, podendo chegar a US$ 63,5 bilhões.
| Compra | Venda | |
|---|---|---|
| Dólar Americano/Real Brasileiro | 4.9918 | 4.9924 |
| Euro/Real Brasileiro | 5.5831 | 5.5851 |
| Atualizado em: 09/10/2026 19:30 | ||
| 07/2026 | 08/2026 | 09/2026 | |
|---|---|---|---|
| IGP-DI | -0,86% | 0,06% | 1,50% |
| IGP-M | -1,16% | -0,22% | 1,57% |
| INCC-DI | 0,61% | 0,66% | 0,22% |
| INPC (IBGE) | -0,01% | -0,32% | 0,82% |
| IPC (FIPE) | -0,03% | 0,01% | 0,51% |
| IPC (FGV) | -0,08% | -0,37% | 0,67% |
| IPCA (IBGE) | 0,07% | -0,32% | 0,82% |
| IPCA-E (IBGE) | 0,06% | -0,40% | 0,70% |
| IVAR (FGV) | 0,66% | 0,29% | 0,28% |